F1: Binotto não estará com Ferrari no GP da Turquia; entenda

Roberto Chinchero
·3 minuto de leitura

Em 2021, a Fórmula 1 deve ter a sua temporada mais longa da história, com 23 provas, e os eventos correm o risco de se tornarem numerosos demais para acompanhar o andamento da fábrica. Por isso, a Ferrari planeja um futuro diferente, com o chefe perdendo alguns GPs. O primeiro teste da equipe será no GP da Turquia, que não terá a presença de Mattia Binotto.

A principal expectativa da F1 para o próximo ano é que a atual situação que o mundo passa seja apenas uma memória, podendo seguir com seu planejamento original normalmente.

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O aumento no número de GPs também deve criar mudanças dentro das equipes, que já falam abertamente de uma possível rotação de membros, especialmente nas funções que mais exigem em termos físicos.

Mas a rotação deve valer também inclusive para cargos de liderança dentro das equipes. O número de dias de viagem pode ser um problema, e algumas já começam a pensar em novos formatos para o gerenciamento dos recursos.

Toto Wolff foi o primeiro a deixar claro que não deverá participar de todas as corridas no futuro, já casando com suas falas recentes de assumir uma nova função dentro da estrutura da Mercedes enquanto treina seu sucessor.

E a equipe seguinte a tomar um passo similar foi a Ferrari, que surpreendeu ao anunciar que Mattia Binotto não estará presente no GP da Turquia, próxima etapa da temporada 2020.

O chefe da Ferrari não estará presente em Istambul para ter mais tempo de dedicação ao trabalho na fábrica de Maranello, e isso não deve ser apenas uma ausência pontual, e sim a primeira de uma série de corridas nas quais Binotto não estará presente.

Sua função na Turquia será exercida por Laurent Mekies, atual diretor esportivo da Ferrari. Mekies será a referência da equipe italiana no final de semana, enquanto Binotto supervisionará o trabalho em Maranello.

O ato é visto como um sinal de confiança de Binotto e de maior responsabilidade para Mekies que, além das tarefas específicas de seu cargo que terá de cumprir na pista, deve se tornar uma figura mais visível no organograma da equipe.

Essa é uma mudança de rumos importante, e que não deve acontecer apenas na garagem da Ferrari, já que, por muitos anos, a figura do chefe de equipe foi tida como tão certa quanto a dos pilotos.

Em 2021, com um calendário inchado, a presença não deve ser tão constante, especialmente no caso dos chefes de equipe que estão muito próximos das áreas técnicas, como é o caso de Binotto.

A necessidade de tocar o projeto do carro de 2022 em paralelo com o modelo que estará na pista, exigirá um esforço considerável, bem como uma gestão de recursos que serão fundamentais para apresentar o novo ciclo técnico da melhor forma possível.

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