Fábio admite que conquistas do Cruzeiro criaram uma ilusão de que tudo estava bem no clube

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O goleiro Fábio é um dos maiores ídolos da história do Cruzeiro e o jogador com mais jogos pelo clube, com 884 partidas. Esse status permite que o arqueiro, de 39 anos, seja mais incisivo nas suas posições em relação à Raposa.

Em entrevista à jornalista Taynah Espinoza, do Esporte Interativo, Fábio fez um “raio-x” do que levou o time celeste a esse estágio de crise dentro e fora de campo. E, o camisa 1 cruzeirense admitiu que as conquistas seguidas do clube criaram uma ilusão de que tudo estava bem.


-As conquistas que nós tivemos encobriram muitas coisas. Se passa muito a mão na cabeça e uma hora você vai ser cobrado por isso. Todas as equipes praticamente passam por esse momento de ilusão, de alegria ao extremo que você deixa de enxergar o que é correto. Muita coisa se perdeu nessa euforia de vitória, de conquista, do bicampeonato da Copa do Brasil em 2017 e 2018)-disse.

Fábio tocou em um ponto falado por torcedores e até pela imprensa, mas nunca admitido pelos atletas do Cruzeiro: que últimas gestões da Raposa deram muito poder aos jogadores, gerando um ambiente menos profissional.

-Os diretores e os gestores que estavam naquele momento das conquistas deram muito poder ao atleta. E o atleta com muito poder é perigoso. A gente é funcionário, somos parte importante, mas em certas situações algumas situações devem ser tomadas somente com a diretoria, presidência. Muita coisa se perdeu nesse caminho e a gente colheu os frutos muito ruins- revelou.





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