Conmebol entrega condecoração máxima a Macri por sua contribuição ao futebol

EFE

Buenos Aires, 12 abr (EFE).- A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) entregou nesta quinta-feira em Buenos Aires sua máxima condecoração ao presidente da Argentina, Mauricio Macri, por sua contribuição ao futebol sul-americano como presidente de Boca Juniors (1995-2008) no começo do 68º Congresso Ordinário da entidade.

O líder recebeu a Ordem da Honra do Futebol Sul-Americano em grau de Grande Colar Extraordinário por seu "exemplo de vontade, dedicação, suporte e contribuição ao desenvolvimento do futebol argentino e sul-americano".

A Conmebol destacou que Macri é o presidente que mais vezes ganhou a Taça Libertadores da América: 2000, 2001, 2003 e 2007.

A condecoração foi entregue a Macri pelo presidente da entidade, o paraguaio Alejandro Domínguez.

"É um dia histórico para o futebol sul-americano. Estamos diante de uma pessoa que queremos exaltar sua trajetória porque é um grande exemplo de alguém que sonhou grande e conseguiu. Sabemos que é tarde, mas se faz justiça. É bem merecido", disse Domínguez.

Por sua vez, Macri afirmou que se surpreendeu quando a Conmebol o convidou, pois já se passaram vários anos desde que deixou o Boca Juniors.

"São poucas as vezes que recebemos surpresas que chegam ao coração e te dão alegrias. Também tenho que agradecer à família boquense, ao mundo Boca. Se estou recebendo esta distinção é também graças à importância do Boca não só no futebol latino-americano, mas no futebol mundial", acrescentou.

Macri comparou sua presidência no Boca Juniors com a que exerce atualmente no país e disse que, como fez no clube, está "tentando estabelecer os fundamentos para que a Argentina cresça".

"Saber ganhar, perder e trabalhar em equipe é muito necessário para construir coisas importantes. O futebol é um meio de comunicação incrível para transmitir estas coisas", disse o presidente argentino.

Ao ato, realizado em um hotel de Buenos Aires, contou com a presença do presidente da Fifa, Gianni Infantino, e do presidente da Associação do Futebol Argentino (AFA), Claudio Tapia, além dos presidentes das associações que integram a Conmebol.

O Congresso é a máxima autoridade da Conmebol e se reúne ordinariamente a cada dois anos para considerar a memória e o balanço geral do ano anterior, o orçamento de despesas e recursos para o ano seguinte, assuntos incluídos pelo comitê executivo na ordem do dia, o relatório da comissão de finanças e o dos representantes da Confederação na Fifa. EFE


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