Ex-Boca Jrs. explica a sensação de perder a final da Libertadores para o Corinthians

Gabriel Gonçalves
90min


O dia 4 de julho de 2012 ficou marcado na memória dos corinthianos. Com uma vitória de 2x0 sobre o Boca Júniors, da Argentina, o alvinegro sagrou-se campeão da Copa Libertadores pela primeira vez em sua história. Enquanto a Fiel saiu feliz do Pacaembu, o time Xeneize teve motivos para lamentar. Um jogador azul e amarelo, em especial, sofreu mais: Matías Caruzzo.


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O zagueiro argentino teve dificuldades para marcar o atacante Emerson Sheik, que naquele dia, só não fez chover em São Paulo. Os dois atletas trocaram farpas e provocações o jogo inteiro. Caruzzo, vendo os dois gols do brasileiro, ficou visivelmente mais estressado e abalado pelo jogo. No final, ainda levou uma mordida do camisa 11 do Corinthians.


Porém, a dor dos dentes de Sheik não foi a única que o zagueiro carregou após sair do Pacaembu. De acordo com o próprio atleta, atualmente no Argentinos Jrs., a derrota para o Corinthians foi a pior em sua carreira.


"A maior dor da minha carreira como jogador foi perder a final da Libertadores para o Corinthians" disse Caruzzo à TNT argentina

O argentino até teve o gosto de 'vingar-se' do Timão, no ano seguinte, eliminando o alvinegro nas oitavas da Libertadores. Porém, a noite foi marcada não pelo domínio do Boca, mas sim pela atuação do árbitro Carlos Amarilla, que rendeu muita reclamação por parte dos corinthianos e deixou o sabor de vingança 'mais amargo'.



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