Estádios de futebol tornam-se essenciais para aumentar lista de vacinados contra Covid-19

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Os estádios de futebol se tornaram cruciais na busca por acelerar a imunização contra Covid-19. Enquanto os governos fazem seus respectivos programas de vacinação, palcos do eixo Rio-São Paulo têm contribuído para conter o avanço do novo coronavírus. Até o momento, 25 pessoas foram vacinadas nos locais.

O Nilton Santos, que abriu suas portas desde fevereiro, já recebeu 10.276 pessoas para receber o imunizante. No sábado passado, único dia da semana no qual são distribuídas as vacinas, mais de 300 pessoas foram imunizadas pelo sistema drive-thru.

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio de Janeiro definiu o estádio como um ponto estratégico e um espaço de bastante visibilidade e acessibilidade para a população.

Já o Maracanã abriu suas portas em 28 de de abril um posto de vacinação exclusivo para pessoas maiores de 18 anos com autismo, Síndrome de Down e paralisia cerebral. Em pouco mais de 15 dias, mais de 2,7 mil pessoas foram imunizadas no local.

O estádio tem capacidade de atender até 260 cidadãos por dia. Todos são agendados pelo aplicativo gratuito "Vacina Covid RJ" ou pelo formulário disponível no site Vacinação Covid-19.

Já em São Paulo, os quatro principais estádios da cidade – Allianz Parque, Morumbi, Neo Química Arena e Pacaembu (cujo posto foi desativado em março) – também aderiram à campanha de vacinação. No estádio do Corinthians, em Itaquera, mais de 12 mil pessoas já receberam vacinação, segundo o último boletim divulgado pelo clube. No sábado passado, mais de cem pessoas receberam o imunizante.

A Prefeitura de São Paulo declarou que buscará novos postos de vacinação para as próximas etapas da campanha, como shopping centers e outros estádios. Na capital, a ideia é que os sistemas drive-thru, implementados na maioria das arenas esportivas, concentrem apenas a primeira dose.

O objetivo é evitar aglomeração. Para quem mora no Estado de São Paulo, o pré-cadastramento na campanha de vacinação contra a Covid-19 é feito no site “Vacina Já”. Segundo o governo, o intuito é reduzir em 90% o tempo de atendimento para a imunização.

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