Espanha cria o fantasma das oitavas depois do seu título de 2010

Luis Enrique consola a sua equipe após a eliminação para o Marrocos nas oitavas de final da Copa do Mundo. Foto: KIRILL KUDRYAVTSEV/AFP via Getty Images
Luis Enrique consola a sua equipe após a eliminação para o Marrocos nas oitavas de final da Copa do Mundo. Foto: KIRILL KUDRYAVTSEV/AFP via Getty Images

A Seleção da Espanha atrai os olhares de quem aprecia o bom futebol por conta do seu estilo de jogo, que ainda não é o bastante para garantir o seu bicampeonato mundial. Ou seja, “La Furia” criou o “fantasma” das oitavas de final da Copa do Mundo após o seu título de 2010.

Detalhe que entre as copas de 2010 e 2022 a Espanha conseguiu vencer apenas seleções de baixo nível técnico. Agora no Catar, os espanhóis ficaram no 0 a 0 com Marrocos no tempo regulamentar das oitavas de final e deram adeus a Copa depois da derrota de 3 a 0 na disputa de pênaltis.

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Em 2014, a Espanha chegou com “pompa” por causa do seu primeiro título mundial na África do Sul e integrou o Grupo B ao lado de Holanda, Chile e Austrália. Formadores de opiniões apontavam que a “La Roja” avançaria para o “mata-mata” junto com os holandeses, mas que se viu foi bem aquém da expectativa.

Os espanhóis tomaram goleada de 5 a 1 para “Laranja Mecânica” na estreia da sua chave na Arena Fonte Nova, depois antecipou a sua desclassificação devido ao seu revés de 2 a 0 diante do Chile no Maracanã e fez a sua “saideira” dessa Copa com a vitória simbólica de 3 a 0 em cima da Austrália na Arena da Baixada.

A história foi diferente em 2018 quando a Espanha arrancou dois empates com Portugal e Irã e uma vitória frente o Marrocos, resultados que o colocaram em segundo no Grupo B. Problema que aí começou o “fantasma” nas oitavas de final com empate em 1 a 1 com a Rússia no tempo normal e a derrota de 4 a 3 nas penalidades.

INDEFINIDO

O técnico da Espanha, Luis Enrique, conversou com a imprensa depois da eliminação da sua equipe e despistou sobre o seu futuro à frente da La Furia. “Meu contrato vai acabar, mas como sabem estou muito feliz com o time nacional, com a federação e com o presidente. Sempre tive suporte para continuar, mas preciso pensar no que é melhor para mim e para o time também. Claro que tudo vai influenciar”, disse.