Emerson Fittipaldi celebra chance de Pietro na F1: “Meu pai está pulando de alegria”

Redação Motorsport.com
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Nesta segunda-feira (30) Pietro Fittipaldi foi confirmado pela Haas para o GP de Sakhir, segunda corrida no Bahrein da temporada 2020 da F1. Com isso, um quarto Fittipaldi estará em um carro da maior categoria do automobilismo mundial na história, dando segmento ao que Emerson, Wilsinho e Christian fizeram no passado.

Em entrevista ao Estadão, o bicampeão mundial de F1, Emerson Fittipaldi, comemorou a confirmação do neto no fim de semana de Sakhir, se referindo ao pai, Wilson Fittipaldi, conhecido como Barão, que ajudou na carreira do filho e, como radialista, narrou o título de 1972.

"Meu pai lá no céu está pulando de alegria com toda essa nossa história, que começou com ele, comigo e o Wilson, e depois o Christian. Vão ser quatro Fittipaldis na F1, acho que é um recorde de número de pilotos de uma mesma família na categoria", disse Emerson.

"Queria gradecer a todos que me ajudaram e ajudaram o Pietro, desde o começo, quando ele começou no kart. Sei que vai ser um desafio para ele. Mas ele tem um talento excepcional, é um piloto muito sério e compenetrado, e muito técnico."

“A equipe tem uma avaliação muito boa do Pietro. Ele já andou com o carro, já testou, conhece toda a equipe. Estou muito agradecido à Haas."

A reportagem indagou Emerson se ele teria algum conselho para passar a Pietro, antes de entrar na pista.

"Conselhos? Acho que ele deve fazer o que ele sabe fazer. Não precisa falar nada. Em todas as categorias em que guiou, sempre andou muito bem."

A chegada de Pietro põe fim em um jejum de quase três anos completos sem um brasileiro no grid da F1. A última vez que isso ocorreu foi na despedida de Felipe Massa, no GP de Abu Dhabi de 2017, pela Williams. Emerson vê a chegada do neto como um sinal de esperança.

"Depois de três anos, temos um brasileiro numa corrida, é uma esperança para o futuro. Para o Brasil, é muito importante porque há uma tendência muito forte hoje em dia de ter pilotos europeus na F1. Precisamos ter mais pilotos da América Latina, e do Brasil principalmente. Hoje só temos o Sergio Pérez, da América Latina", comentou.

Protagonista de uma época em que as mortes na F1 eram comuns e o fogo era um dos grandes vilões, Emerson também comentou o acidente de Grosjean.

"Fiquei feliz pelo milagre que aconteceu ontem. Aquela cena dele saindo do fogo é inacreditável. A equipe de resgate foi muito eficiente, já estava lá. Se fosse em outras décadas, teria sido uma tragédia. O halo ajudou muito."

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