Em tempos de COVID-19, como se articulam os prováveis candidatos à presidência do Vasco

Felippe Rocha
LANCE!


A política do Vasco não para, mesmo em tempos de quarentena. Com o isolamento social causado pela pandemia de COVID-19, a eleição presidencial do clube, a ser realizada no final deste ano, parece até mais distante, mas os atores cruz-maltinos continuam se mexendo, mesmo que à distância.

O pleito tem tudo para ser direto pela primeira vez. O que falta é somente a alteração no estatuto, já aprovada, ser referendada pelo Conselho Deliberativo, o que deve ocorrer sem problemas. Mas os prováveis candidatos seguem trabalhando.

Dois falam abertamente como candidatos há mais tempo: Luiz Roberto Leven Siano e Fred Lopes. O primeiro já estava ativo nas redes sociais e na mídia tradicional antes da pandemia, e continuou interagindo com torcedores, buscando aumentar a popularidade e divulgar o projeto que tem para o clube.

O segundo também está se expondo. Fred Lopes segue fazendo participações em canais de torcedores e divulga posicionamentos relativos às questões em debate no clube. O grupo dele, o "Avante Gigante" doou cestas básicas a moradores da Barreira do Vasco.

Pedra cantada no próximo pleito é Julio Brant, que ainda não anunciou oficialmente, mas foi protagonista nas últimas duas disputadas. O trabalho dele e do grupo político "Sempre Vasco" são marcados por maior discrição: diálogos com figuras dos bastidores do clube e com empresas que devem manter o apoio que já vinham dando em eleições passadas.

O mais discreto dos prováveis candidatos é Luis Manuel Rebelo Fernandes. Cientista político, ele tem tratado com autoridades e intelectuais do Brasil e do mundo sobre o cenário atual no esporte e fora dele. Divide-se ainda entre as atividades como professor e as articulações políticas no clube. Deve lançar a candidatura em breve.

Alexandre Campello, presidente do clube, ainda não se manifestou sobre participar da próxima eleição. Entre a rejeição e os apoios do grupo de situação, o atual mandatário tenta lidar com os problemas atuais do clube, agravados pelos efeitos do novo coronavírus no futebol e na economia global.












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