Em reunião, Damares defendeu prisão de prefeitos e governadores

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Damares Alves durante discurso na sessão anual do Conselho de Direitos Humanos da ONU, no dia 24 de fevereiro de 2020 (FABRICE COFFRINI/AFP via Getty Images)
Damares Alves durante discurso na sessão anual do Conselho de Direitos Humanos da ONU, no dia 24 de fevereiro de 2020 (FABRICE COFFRINI/AFP via Getty Images)

O vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril usado pelo ex-ministro Sergio Moro como prova de tentativa de interferência de Jair Bolsonaro na Polícia Federal (PF) tem a ministra Damares Alves - da Mulher, Família e Direitos Humanos - defendendo a prisão de prefeitos e governadores.

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A assessoria de Damares confirmou as falas ao site UOL, mas afirma que elas foram feitas dentro de um contexto de direitos humanos. A ministra é a favor da prisão para governantes que violarem direitos das pessoas, mesmo aquelas que foram isolamento nas ruas.

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Pouco depois, a ministra postou em seu Twitter confirmando o que havia sido dito por sua assessoria:

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, pediu que a perícia da PF faça a transcrição do vídeo da reunião antes de decidir se irá divulgar ou não o conteúdo.

Suposta interferência na Polícia Federal

Bolsonaro afirma durante a reunião que precisava "saber das coisas" que estavam ocorrendo na Polícia Federal do Rio e cita que investigações em andamento não poderiam "prejudicar a minha família" nem "meus amigos". Sob esses argumentos, o presidente afirma que trocaria o superintendente do Rio, o diretor-geral da PF ou até mesmo o ministro da Justiça, para garantir ter acesso a informações e que pessoas próximas não seriam prejudicadas.

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