Em rede social, Conmebol relembra conquista da Libertadores do Vasco em 1998, que completa 23 anos

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O dia 26 de agosto é especial para todos torcedor vascaíno. Há 23 anos, o Vasco erguia o troféu a Copa Libertadores, que coroou uma geração inesquecível diante do Barcelona, de Guayaquil. No aniversário da conquista, a rede social oficial da Conmebol relembrou a vitória por 2 a 1, no Equador, que confirmava os título mais importante da história do Cruz-Maltino, no ano de seu centenário.

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- São 23 anos da noite em que o Vasco alcançou a glória eterna #GloriaEterna.
Um dia como hoje, porém em 1998, a equipe carioca venceu por 2 a 1 o Barcelona, no Equador, e conquistou a Conmebol #Libertadores. Um noite inesquecível para seus torcedores - postou o perfil oficial da Conmebol no Twitter.

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Na época, o Cruz-Maltino chegava à Libertadores como atual campeão brasileiro, mas tinha perdido duas estrelas de sua constelação: Edmundo e Evair. Porém, uma dupla entrou para história do clube e marcou boa parte dos gols da caminhada vitoriosa: Donizete e Luizão. Na campanha, o time eliminou os três últimos vencedores da competição: Grêmio, River Plate e Cruzeiro.

Na primeira fase, a equipe comandada por Antônio Lopes passou por dificuldades para engrenar, porém conseguiu dar a volta por cima e levantar a taça. Nos três primeiros jogos, o Vasco passou em branco, sem vitória. Contra Grêmio e Chivas-MEX, a equipe perdeu por 1 a 0, em Porto Alegre e em Guadalajara. Na Cidade do México, um empate contra o América iniciou a reação.

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Com três jogos em São Januário pela frente, o time garantiu a classificação antecipada para a próxima fase com duas vitórias. Diante do Grêmio, um convincente triunfo de 3 a 0, e contra o Chivas, 2 a 0. Para fechar a primeira fase, um time recheado de reservas empatou com o América-MEX por 1 a 1 na Colina Histórica, e o Vasco avançou em segundo no grupo, atrás apenas dos gaúchos.

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Nos duelos mata-matas, a equipe carioca teve pela frente duelos contra dois brasileiros. O Cruzeiro, que era o atual campeão da competição continental, e novamente o Grêmio. Contra os mineiros, uma vitória por 2 a 1 em casa, e um empate sem gols fora de casa garantiram a vaga nas quartas.

Novamente contra o Grêmio, dois duelos de muito equilíbrio, e um empate heroico por 1 a 1 em Porto Alegre. Na volta, em São Januário, Pedrinho carimbou a vaga nas semifinais diante do poderoso e temido River Plate, que tinha em seu elenco nomes como Sorín, Ayala, Solari, Gallardo e Aimar.

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Considerado por muitos como uma final antecipada, o Vasco conseguiu uma vitória por 1 a 0 em casa, com gol do pantera Donizete. Na Argentina, os donos da casa saíram na frente com Sorín, porém um gol entrou para a história do clube carioca e é entoado até hoje por torcedores.

Aos 37 da etapa final, Juninho pegou a bola para uma cobrança de falta, e acertou um lindo chute, monumental, surpreendendo o goleiro Burgos e sacramentando a classificação do Vasco para a final da Libertadores no ano de seu centenário dentro do Estádio Monumental de Nuñez.

Na final, o adversário foram os equatorianos do Barcelona, que havia deixado para trás o Cerro Porteño (PAR). Em São Januário, diante de 36.273 pagantes, uma vitória segura por 2 a 0 fez o Cruz-Maltino colocar uma mão na taça tão sonhada.

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Com um clima hostil em Guayaquil, o Vasco não tomou conhecimento, foi superior, e há 23 anos, venceu por 2 a 1. Um dos símbolos daquele time, o capitão Mauro Galvão ergueu a taça

Na grande final, São Januário recebeu o maior público da década. Oficialmente, 36.273 pagantes, que viram uma atuação segura na vitória por 2 a 0. Vale relembrar que a dupla Donizete e Luizão marcaram os gols das duas finais. O resultado deu tranquilidade para o time decidir o título no Equador, mas não seria fácil levantar a taça e levou uma multidão de vascaínos à loucura.

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