Em meio a cenário obscuro, Vitória delineia iniciativas pensando no retorno aos trabalho

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Enquanto os olhares da sociedade estão voltados para o combate a pandemia do novo coronavírus, o Vitória tenta alinhar, dentro das informações que possui, algumas medidas de prevenção para resguardar tanto os atletas como também os demais funcionários do clube.

A primeira delas parece ser uma decisão tomada de maneira firme e inalterável, pelo menos por ora, em relação ao retorno das atividades a partir do dia 1° de maio, algo descartado pelo presidente Paulo Carneiro. Oficialmente, as férias prolongadas por parte das equipes do futebol nacional em decisão tomada pela Comissão Nacional dos Clubes (CNC) tem duração até o próximo dia 30 de abril.

- Não voltarão. E como não temos mais como dar férias, vamos mantê-los em suas residências. Não acredito que haja atividade a partir do dia 1° de maio. Temos que esperar o que os nossos governantes vão fazer. Eu não consigo enxergar retomada em maio - disse o mandatário do Leão falando com o jornal baiano 'Correio'.

Em relação aos protocolos que podem ser adotados pensando no momento da volta dos treinos, o presidente do Conselho Deliberativo do Vitória (Fábio Mota) disse ao jornalista Victor Pinto, da rádio 'BNews', que existe a ideia de serem feitos testes do novo coronavírus nos funcionários e atletas do Nego.

- O futebol vive um momento difícil. A estrutura continua viva e os clubes sem receita. Estamos pensando sobre a volta. Tem a ideia de fazer testes em todos os jogadores, mas existe a dificuldade porque as pessoas têm que ficar dentro do vestiário em um determinado momento. Tenho conversado muito com Paulo, ele tem feito diversas reuniões com a CBF e a ideia é que reinicie as competições com portões fechados, vamos defender isso a partir de junho. Para tanto precisamos voltar os treinamentos em maio. A ideia é fazer teste na comissão técnica e nos jogadores, limitar a quantidade de pessoas para começar os treinamentos e na sequência das competições.

Pensando sobre a elaboração do calendário, o dirigente preferiu não se arriscar em qualquer previsão. Contudo, espera que nos próximos dias existam novidades a respeito do tema:

- Temos que aguardar porque não depende do Vitória, nem de clubes regionais. É uma decisão que depende do Governo Federal e da CBF. Acho que nos próximos dias devemos ter algo mais claro em relação a esse debate.












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