Em entrevista, Netinho exalta o momento do taekwondo brasileiro


Na última quinta, Edival Marques, o Netinho, do taekwondo, comentou sobre a carreira em live do 'Time Brasil', nas redes sociais. O perfil tem feito uma série de entrevistas com atletas brasileiros durante o período de isolamento social provocado pelo coronavírus. Nela, o lutador demonstrou confiança no futuro e disse que o Brasil vai lutar por medalha na modalidade na Olimpíada de Tóquio.

Além do paraibano, o time brasileiro do taekwondo, tem mais dois atletas: Ícaro Miguel e Milena Titoneli. Neste sentido, Netinho é o sexto colocado do ranking olímpico da categoria até 68kg. Já Ícaro Miguel é o quarto da lista até 80kg. Milena Titoneli, por sua vez, é a 11ª até os 67kg.

- A gente vai tentar várias (medalhas). Estamos indo nós três, eu, Ícaro e a Milena. Estamos indo mesmo para conseguir três medalhas, tentar o ouro e fazer história, que nem o taekwondo brasileiro vem fazendo. Esse peso maior das Olimpíadas veio para a gente. Vamos ter que fazer bonito - destacou.




Além disso, o atleta relatou conversas com Ícaro Miguel sobre deixar um legado as próximas gerações com a conquista de medalhas e títulos. Atualmente, a 'World Taekwondo' divide a modalidade em oito categorias, mas o programa olímpico apresenta apenas quatro.

- Fico às vezes falando no quarto com o Ícaro que a nossa inspiração é dar trabalho para a próxima geração. A gente fala: ‘Vamos ganhar as coisas para a próxima geração que vier ter que ralar - brincou Netinho.
Surpresa e resultados no Pan de Lima

Os últimos resultados mostram que o taekwondo brasileiro vive o melhor momento de sua história. Nos Jogos Pan-Americanos do Peru, em 2019, o Brasil foi com oito atletas e voltou com sete medalhas.

- Sem palavras para o Pan-Americano que o Brasil fez. Foi uma edição histórica e fazer parte disso no meus primeiros Jogos Pan-Americanos foi… ainda mais com a experiência que eu tive lá, ver o resultado que a gente trouxe para o Brasil, pelo meu resultado… foi sem palavras - disse Netinho.

O jovem ainda comentou sobre o momento especial que foi conquistar a medalha de ouro no Pan de 2019. Antes, ele já havia vencido o Mundial Juvenil de 2014 como competição mais especial.

- O Mundial Juvenil foi muito emocionante, foi um dos primeiros eventos que participei. Depois da minha final fiquei sem reação, não sabia o que estava acontecendo. Gosto muito do Mundial Juvenil, mas os Jogos Pan-Americanos também marcaram a minha vida. Não tinha noção da competição. Tinha visto o Diogo Silva ser campeão em 2007 e o pessoal falava bastante, mas eu não tinha noção da grandeza do evento. Só soube quando estava lá dentro e foi muito emocionante - salientou.












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