Em coletiva, Pássaro fala sobre Bernardo ter sido oferecido e enaltece Leandro Castan: 'Só tenho elogios'

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Nesta segunda-feira, Alexandre Pássaro falou com a imprensa após a apresentação do atacante Morato. O diretor executivo de futebol, entre os assuntos abordados, disse sobre a possível renovação de contrato com Leandro Castan. Além disso, Pássaro também afirmou que, embora tenha sido oferecido, o atacante Bernardo não faz parte dos planos. Ainda em coletiva, os salários atrasados do clube também foram comentados.

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Perguntado sobre a possível permanência do zagueiro Leandro Castán para a temporada, Pássaro fez questão de enaltecer o atleta. Apesar de dizer que ainda não tem nada fechado, o diretor elogiou Castan por entender e se mostrar a disposição de alinhar os pensamentos com a atual situação financeira do Vasco.

- Saíram Léo Gil, Gustavo Torres, Benítez, Pikachu... Isso alivia a folha. E tem a repactuação com Castan. Só tenho elogios ao Castan, que aceita fazer uma redução. A conversa está evoluindo, não fechamos nada. Mas só temos a agradecer. O pessoal do financeiro está trabalhando.

Já sobre o caso de Bernardo, atacante que se destacou no Vasco em 2011, Pássaro confirmou os rumores de que o atleta teria sido oferecido por empresários. Porém, o diretor disse que, mesmo monitorando as partidas feitas pelo jogador no Rio Branco-PR, o atacante não é alvo no momento.

- Sempre acompanhei o Bernardo com muito carinho ao longo da carreira. Ele foi nos oferecidos por seis empresários. Nesse momento ele não nos interessa do ponto de vista técnico. Mas acompanhado o Bernardo. É um jogador que está no nosso monitoramento, mas não para esse momento. Quando entendermos que a performance dele agradar, vamos conversar. Mas não é uma opção nesse momento.

Além disso, sobre os salários atrasados, Pássaro falou que, na atual gestão do presidente Jorge Salgado, existem pendências de um mês de salários vencidos. Sem criticar os antecessores, o diretor alertou para o fato dos problemas financeiros do Vasco serem algo histórico.

- É uma situação desagradável (os salários atrasados), mas é herdada. Não gosto de apontar culpados. Não direciono isso do Campello. Ele também herdou salários atrasados quando chegou. É uma situação histórica, que nós estamos tentando resolver. A gestão do Salgado tem um mês salários vencidos. Eu estava em reunião com ele agora há pouco. Toda segunda de manhã nos reunimos, além de inúmeras ligações por semana. Nossa grande dificuldade é fazer as duas coisas: deixar os salários em dia e reorganizar essa carga histórica.

- Há um esforço (para colocar os salários em dia). É o assunto do momento, o pessoal está trabalhando muito. Todas as planilhas estão baseadas nesse ajuste, de colocar a casa em ordem. Esperamos que um futuro muito próximo isso seja resolvido - completou Alexandre Pássaro.