Em casa, Sesi-SP tenta seguir vivo nas semifinais da Superliga

Em São Caetano, o time da capital recebe o Funvic Taubaté, que está a uma vitória da final contra o Sada Cruzeiro

Os três primeiros jogos demonstraram que qualquer uma das equipes, Funvic Taubaté (SP) ou Sesi-SP, pode sair com a vitória na quarta rodada das semifinais da Superliga. A partida será nesta quinta-feira, às 19h30, no ginásio Lauro Gomes, em São Caetano do Sul (SP), com transmissão ao vivo do canal SporTV.

Caso conquiste a vitória, o time do interior paulista garante a classificação parara a grande final contra o Sada Cruzeiro (MG). A equipe mineira superou o Vôlei Brasil Kirin (SP) por 3 a 0. Se o Sesi-SP conseguir a vitória, a série irá para o quinto jogo, no dia primeiro de maio, às 19h, no ginásio Abaeté, em Taubaté.

Em quadra, dois amigos que se consideram irmãos. Riad (Sesi-SP) e Raphael (Taubaté), se conhecem desde 2000, quando jogaram juntos pela primeira vez. O central e o levantador também estiveram juntos em conquistas pelo Trentino, da Itália.

Desta vez, os dois têm que se contentar em um bate-papo rápido pós-jogo. Porque, enquanto o jogo está rolando, cada um defende seu clube. Com o objetivo de conseguir mais um resultado positivo e forçar o quinto jogo, o central Riad destaca que seu time precisa de tranquilidade.

- Precisamos manter a mesma calma do terceiro jogo, porque ainda continuamos em uma situação adversa. Acho que a serenidade que entramos para encarar o terceiro duelo foi muito importante. Mas, ao mesmo tempo é preciso agressividade, precisamos entrar com a mesma vontade de vencer, já que estamos atrás nesta série. Temos que esquecer as duas derrotas e manter o foco, o pé no chão porque uma vitória não adiantou anda até agora. Entramos no playoff tendo que ganhar três partidas e ainda temos essa possibilidade.

Do outro lado, para encerrar a série, o capitão do Funvic Taubaté, Raphael, esclarece que sua equipe precisa não desperdiçar as importantes oportunidades que surgirem durante a partida.

- Na minha opinião esta é uma série semifinal digna de uma Superliga disputada como essa, entre dois cubes que nesses últimos anos estão fazendo lindos clássicos no voleibol brasileiro. No último jogo, eles souberam aproveitar um pouco mais as oportunidades que tiveram e conseguiram a vitória. Amanhã, quem conseguir aproveitar esses momentos delicados do jogo com menos erro, tem tudo para conseguir a vitória. Para o nosso time é saber aproveitar as chances ao longo do jogo - explicou Rapha.

Contudo, o tom muda quando o assunto se limita à amizade dos dois. A seriedade muda para o sorriso e Riad e Rapha relembram momentos vividos juntos.

- Nos conhecemos na época que jogamos juntos no Barão, em 2000/2001. Depois jogamos juntos na Ulbra, em Trento, na Itália, realmente fizemos uma amizade muito bacana e é um grande prazer estar próximo a ele, e mesmo jogar contra. Ver que, depois de tanto tempo, continuamos com essa amizade verdadeira e estamos jogando grandes jogos do vôlei brasileiro - disse o levantador de Taubaté.

- O Rapha é como um irmão para mim. Jogamos muitos anos juntos e tivemos muitas conquistas aqui no Brasil e na Itália. Mas, com certeza, a maior delas é a nossa amizade - concluiu Riad.

















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