Eliminado no Q2, Hulkenberg reconhece que não conseguiu extrair todo o potencial do carro

Adam Cooper
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Nico Hulkenberg teve um final de semana muito louco até aqui, caindo de paraquedas para substituir Sergio Pérez na Racing Point. Apesar de um aprendizado rápido e boas performances nos treinos livres, o alemão não conseguiu chegar ao Q3 e largará em 13º no GP da Grã-Bretanha de Fórmula 1. E reconheceu que não conseguiu tirar tudo do carro.

Inevitavelmente, ele sofreu com dores no pescoço, principalmente por correr em uma das pistas mais duras do calendário, aliado à falta de quilometragem e pouco tempo de preparação.

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Apesar de ter passado em quinto no Q1, ele não conseguiu passar para o Q3, após tentar se juntar aos pilotos da frente correndo com pneus médios e irá largar apenas em 13º

Hulkenberg reconheceu que foi um dia difícil para ele.

"Eu sinto que havia mais potencial e não consegui dar tudo que podia", disse. "Mas, dadas as circunstâncias, também foi muito difícil, não sei se poderia dar 100% do carro assim".

"A diferença foi pequena e o Q3 não ficou longe. Tentamos com compostos diferentes, então foi difícil para o ritmo também. É o que temos para hoje".

Hulkenberg concorda que a liberdade para escolher seus pneus para amanhã dá a ele uma vantagem de estratégia contra os rivais a frente.

"Sim, é uma boa opção. Alguns dos pilotos da frente também sairão de médio. Então é interessante ver isso. São muitas coisas, tudo é novo com esse carro para mim. Primeira classificação, primeira vez com tanque vazio, primeira com tanque cheio, tendo que aprender e assimilar tudo. E rápido, o que não tem sido fácil. Mas tem sido legal".

"Olha, esses carros são como bestas. Tem muito downforce. Nunca senti tanta velocidade nas curvas, tanta força G. Isso tem sido difícil".

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