Eliminação na Libertadores acaba com sonho do bi e detona contas do Flamengo

Jorge Nicola
·2 minuto de leitura
Leonardo Sigali of Argentina's Racing Club, 2nd right, scores his side's opening goal against Brazil's Flamengo during a Copa Libertadores round of 16 second leg soccer match at the Maracana stadium in Rio de Janeiro, Brazil, Tuesday, Dec.1, 2020. (Antonio Lacerda/Pool via AP)
Sigali marca o gol do Racing durante o tempo regulamentar no Maracanã (Antonio Lacerda/Pool via AP)

O Flamengo está fora da Libertadores. A derrota nos pênaltis para o Racing, na noite desta terça-feira, no Maracanã, determinou a eliminação do atual campeão logo no primeiro mata-mata. É a segunda desclassificação em duas semanas, somando-se à queda na Copa do Brasil diante do São Paulo.

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E o mais novo tropeço, agora na América do Sul, vai representar um rombo nos cofres do Fla, que havia projetado chegar pelo menos até as semifinais. Desta maneira, somente com os prêmios pagos pela Conmebol, o Rubro-Negro deixa de embolsar R$ 18,5 milhões.

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A vaga nas quartas de final asseguraria R$ 8 milhões, enquanto a presença nas semifinais acrescentaria outros R$ 10,5 milhões. Tudo isso em meio a um ano trágico em receitas, por causa da pandemia. O déficit depois dos nove primeiros meses do ano já era de quase R$ 20 milhões.

O prejuízo vai aumentar por causa do rombo de R$ 18,5 milhões na Libertadores e de outros R$ 29 milhões na Copa do Brasil, onde o Fla imaginava alcançar a final - caiu também duas fases antes, perdendo R$ 7 milhões das semifinais e R$ 22 milhões de um vice-campeonato. Se fosse campeão, o clube embolsaria R$ 54 milhões.

A partir de agora, resta ao Flamengo apenas a disputa do Campeonato Brasileiro. Pouco para um time que investiu quase R$ 200 milhões em contratações e tem a maior folha salarial do país, com custo mensal de R$ 23 milhões.

O técnico Rogério Ceni também será bastante cobrado, já que em menos de um mês já acumula duas eliminações à frente do Flamengo - já era ele o técnico nas duas derrotas para o São Paulo na Copa do Brasil (1 a 2 e 0 a 3). Na Libertadores, o Fla empatou na Argentina e no Rio de Janeiro em 1 a 1 e perdeu nos pênaltis por 5 a 3. O Fla teve Rodrigo Caio expulso, viu Gustavo Henrique vacilar e Willian Arão, autor do gol salvador no tempo normal, perder o pênalti da desclassificação.

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