Efeitos da chuva em Chapecó apenas pioraram as dificuldades que o Vasco já enfrenta para evoluir em campo

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Figueiredo teve boa participação pelo Vasco contra a Chapecoense (Liamara Polli / Lancepress!)


A luta dos jogadores do Vasco foi vista. Negar a correria, a dedicação, seria errar. O problema é que novamente ela não foi suficiente. E não foi suficiente também pela chuva e suas consequências. Mas o "também" existe porque, antes dele, tem a pouca capacidade criativa da equipe, que se repetiu nesta sexta-feira, contra a Chapecoense.

Relevar a atuação diante do gramado encharcado é natural. Todavia, as dificuldades do Cruz-Maltino se repetiram na Arena Condá. Houve tentativas: Figueiredo mostrou vigor pelas pontas; Erick perdeu grande chance; diferentes jogadores tentaram de média e longa distância. Mas quase sempre pareceu pouco.

E daí as vitórias não vêm. E o gol não sai. E por mais que a necessidade de se jogar bonito seja para lá de questionável, as demandas mínimas é que comprovam, na prática, a competitividade. E quando faltam pontos na tabela, a insatisfação é uma consequência.

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A transmissão do Sportv informou que Zé Ricardo escalaria Juninho, que sentiu dores na coxa direita e nem viajou. No time inicial, quem saiu foi Gabriel Pec para a entrada de Erick. Pareceu pouco. Sem proteger mais, parece seguir faltando poder de criação no meio-campo.

Resta aguardar quando. Quando o Vasco vai evoluir e quando pontuar. E é improvável que faça três pontos num mesmo jogo sem evoluir.

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