Efeito Sampaoli e reforços: venda recorde de camisas e 13 mil novos sócios

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O volante Léo Sena já está treinando na Cidade do Galo (Pedro Souza/Atlético)
O volante Léo Sena já está treinando na Cidade do Galo (Pedro Souza/Atlético)

Já são mais de três meses sem o Atlético-MG jogar. A última partida foi em 14 de março, o triunfo por 3 a 1 sobre o Villa Nova, em Nova Lima, pelo Campeonato Mineiro. E, por enquanto, nenhuma data está definida para que o time entre em campo novamente. Mas nem por isso a torcida alvinegra está parada. O Atlético bateu seu próprio recorde de venda de camisas e viu seu programa de sócio-torcedor aumentar em mais de 30% em menos de uma semana.

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O sucesso está diretamente ligado aos movimentos da diretoria desde março, quando contratou o técnico Jorge Sampaoli. A chegada do treinador argentino à Cidade do Galo e a busca por reforços para o time foram determinantes para o resgate da confiança da torcida. A avaliação é feita pelos próprios dirigentes do Galo. O atleticano aposta que a equipe fará uma grande campanha no Campeonato Brasileiro, que deve começar na segunda quinzena de agosto, e entrou de cabeça na campanha “Manto da Massa”.

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Através dessa ação os torcedores desenharam a camisa que consideram a ideal para o Atlético. Entre os 1,5 mil participantes, 13 modelos foram para um final que teve votação via internet. Mais de 50 mil pessoas escolheram a camisa vencedora, que já está à venda e será utilizada pelo time em pelo menos uma partida do Brasileirão.

Com os torcedores empolgados, o clube mineiro já vendeu quase 70 mil unidades, em apenas quatro dias. Como o produto tem um preço diferenciado para quem é sócio Galo na Veia, com R$ 100 de desconto, o Atlético também viu seu número de associados disparar. Foram mais de 13 mil novas adesões, totalizando mais de 35 mil sócios adimplentes. O valor promocional de R$ 169,90 segue até sexta-feira e o Galo tem ambiciosa meta de superar a barreira de 100 mil camisas vendidas.

O Atlético é o clube brasileiro mais ativo no mercado neste momento de pandemia causada pelo novo coronavírus. O zagueiro Bueno, os meio-campistas Allan Franco e Léo Sena e o atacante Marrony já estão contratados. O Galo está próximo de acertar também com o zagueiro Junior Alonso, que está no Boca Juniors e pertence ao Lille, da França, e com o atacante Keno, ex-Palmeiras e que atua no futebol egípcio. E não deve parar por aí. Um centroavante também foi pedido por Sampaoli.

Mas mesmo com toda a movimentação da torcida, a busca de reforços só é possível graças ao suporte de alguns mecenas. Alguns milhões de Reais entraram na conta do Atlético, mas nem perto dos mais de R$ 80 milhões que o Galo vai usar nesta busca por novos jogadores.

Veja mais sobre futebol mineiro no Blog de Victor Martins

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