Ecclestone procura comprador para manter Williams no grid da F1

motorsport.com

Bernie Ecclestone, comandante da Fórmula 1 até o começo de 2017, está buscando um investidor para comprar a Williams e evitar que a tradicionalíssima equipe britânica deixe o grid da categoria máxima do automobilismo mundial.

"Seria uma grande perda não ter a Williams. Estou buscando encontrar alguém que possa e queira se envolver. Ter uma equipe é um hobby bem caro", disse o britânico em entrevista à AFP. Ecclestone já chefiou times da F1, como a Brabham.

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A declaração de Bernie vem depois de a Williams anunciar, na semana passada, que poderá vender parte ou até mesmo a totalidade da equipe de F1 após prejuízo de 13 milhões de libras (cerca de R$ 81 milhões) em 2019.

"Eu torço para que não seja o fim do time Williams. Seria o fim de uma era, mas eu torço para que alguém que tenha condições de gerenciar um time de maneira adequada seja encontrado, já que seria horrível perder um time assim", seguiu o ex-chefão da F1.

"Não dá nem para imaginar. O querido e velho Frank trabalhou duro para que a equipe pudesse competir, conseguiu o que queria e agora ver o time desaparecer assim não é nada bom. É uma escuderia histórica", completou Ecclestone.

GALERIA: Relembre os carros e a rica trajetória da Williams na Fórmula 1

Patrick Nève, 1977

Patrick Nève, 1977 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Patrick Nève, 1977 Sutton Motorsport Images

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A Williams estreou como equipe na F1 em 1977, com o belga Patrick Nève como piloto. À época, o grupo ainda não era construtor, já que usava um carro da March.

Alan Jones, Williams Ford-Cosworth FW06, 1978

Alan Jones, Williams Ford-Cosworth FW06, 1978 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Alan Jones, Williams Ford-Cosworth FW06, 1978 Sutton Motorsport Images

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Foi neste ano que a Williams se tornou um construtor, com Jones como piloto. Seu melhor resultado foi um segundo lugar nos Estados Unidos.

Clay Regazzoni, Williams Ford-Cosworth FW07, 1979

Clay Regazzoni, Williams Ford-Cosworth FW07, 1979 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Clay Regazzoni, Williams Ford-Cosworth FW07, 1979 Sutton Motorsport Images

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Na primeira temporada com dois pilotos, vieram as primeiras vitórias com Jones, que terminou o ano em terceiro. Já o suíço Regazzoni ficou em quinto.

Carlos Reutemann, Williams Ford-Cosworth FW07B, 1980

Carlos Reutemann, Williams Ford-Cosworth FW07B, 1980 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Carlos Reutemann, Williams Ford-Cosworth FW07B, 1980 Sutton Motorsport Images

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Depois de ensaiar o título em 1979, Jones levantou a taça no ano seguinte, superando o brasileiro Nelson Piquet, então na Brabham. Substituto de Regazzoni, o argentino Reutemann foi o terceiro, contribuindo para o primeiro mundial de construtores da Williams.

Carlos Reutemann, Williams Ford-Cosworth FW07C, 1981

Carlos Reutemann, Williams Ford-Cosworth FW07C, 1981 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Carlos Reutemann, Williams Ford-Cosworth FW07C, 1981 Sutton Motorsport Images

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Nesta temporada, Reutemann superou Jones e foi o vice-campeão, à frente do australiano. Piquet conquistou seu primeiro título. Entretanto, a Williams foi a campeã de construtores.

Keke Rosberg, Williams Ford-Cosworth FW08, 1982

Keke Rosberg, Williams Ford-Cosworth FW08, 1982 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Keke Rosberg, Williams Ford-Cosworth FW08, 1982 Sutton Motorsport Images

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Em ano atribulado, a Williams teve quatro pilotos se alternando em dois carros. Além de Reutemann, o norte-americano Mario Andretti, o irlandês Derek Daly e o finlandês Keke Rosberg. Este venceu apenas uma vez, mas foi consistente para conquistar seu único título. A Ferrari foi a campeã de construtores.

Keke Rosberg, Williams Ford-Cosworth FW08C, 1983

Keke Rosberg, Williams Ford-Cosworth FW08C, 1983 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Keke Rosberg, Williams Ford-Cosworth FW08C, 1983 Sutton Motorsport Images

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Nesta temporada, Rosberg teve o francês Jacques Laffite como companheiro (o britânico Jonathan Palmer também disputou uma prova). Entretanto, eles não brigaram pelo tíulo de pilotos e nem pelo de construtores. Piquet foi bicampeão e a Ferrari a melhor equipe.

Keke Rosberg, Williams-Honda FW09, 1984

Keke Rosberg, Williams-Honda FW09, 1984 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Keke Rosberg, Williams-Honda FW09, 1984 Sutton Motorsport Images

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No ano em que o austríaco Niki Lauda conquistou seu terceiro título, Rosberg e Laffite não foram capazes de brilhar, exceto pela vitória do finlandês em Dallas.

Keke Rosberg, Williams-Honda FW10, 1985

Keke Rosberg, Williams-Honda FW10, 1985 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Keke Rosberg, Williams-Honda FW10, 1985 Sutton Motorsport Images

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Nesta temporada, o britânico Nigel Mansell estreou pela equipe. Ele terminou o ano em sexto, atrás de Rosberg, terceiro. A Williams também foi terceira. O francês Alain Prost conquistou seu primeiro título com a McLaren.

Nelson Piquet, Williams-Honda FW11, 1986

Nelson Piquet, Williams-Honda FW11, 1986 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Nelson Piquet, Williams-Honda FW11, 1986 Sutton Motorsport Images

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No primeiro ano como 'sucessor' de Rosberg, Piquet terminou em terceiro, atrás de Mansell. Prost foi o campeão, mas a Williams faturou entre os construtores.

Nelson Piquet, Williams-Honda FW11B, 1987

Nelson Piquet, Williams-Honda FW11B, 1987 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Nelson Piquet, Williams-Honda FW11B, 1987 Sutton Motorsport Images

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O brasileiro conquistou seu tricampeonato batendo Mansell na batalha interna da Williams, que chegou ao seu quarto mundial de construtores.

Nigel Mansell, Williams-Judd FW12, 1988

Nigel Mansell, Williams-Judd FW12, 1988 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Nigel Mansell, Williams-Judd FW12, 1988 Sutton Motorsport Images

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Depois do tri, Piquet foi para a Lotus. Seu substituto foi o italiano Riccardo Patrese. Mal, a Williams esteve longe da dominante McLaren, que viu o brasileiro Ayrton Senna conquistar seu primeiro título sobre o companheiro Prost.

Thierry Boutsen, Williams-Renault FW13, 1989

Thierry Boutsen, Williams-Renault FW13, 1989 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Thierry Boutsen, Williams-Renault FW13, 1989 Sutton Motorsport Images

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Mansell foi para a Ferrari. Em seu lugar, veio o belga Thierry Boutsen, que terminou o ano em quinto. Patrese foi o terceiro e a Williams foi a vice entre os construtores, atrás da McLaren, que viu o tricampeonato de Prost.

Thierry Boutsen, Williams-Renault FW13B, 1990

Thierry Boutsen, Williams-Renault FW13B, 1990 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Thierry Boutsen, Williams-Renault FW13B, 1990 Sutton Motorsport Images

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Boutsen e Patrese foram sexto e sétimo, respectivamente, e a Williams caiu para o quarto posto entre os construtores, liderados pela McLaren. Senna bateu Prost, que fora para a Ferrari, e conquistou seu segundo título.

Nigel Mansell, Williams-Renault FW14, 1991

Nigel Mansell, Williams-Renault FW14, 1991 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Nigel Mansell, Williams-Renault FW14, 1991 Sutton Motorsport Images

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De volta após a passagem pela Ferrari, Mansell foi vice, assim como a Williams. Os vencedores foram Senna e McLaren.

Nigel Mansell, Williams-Renault FW14B, 1992

Nigel Mansell, Williams-Renault FW14B, 1992 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Nigel Mansell, Williams-Renault FW14B, 1992 Sutton Motorsport Images

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Foi neste ano que Mansell conquistou seu sonhado título. Patrese foi o vice e a Williams sobrou entre os construtores, tendo feito um dos carros mais icônicos de toda a história da F1.

Alain Prost, Williams-Renault FW15C, 1993

Alain Prost, Williams-Renault FW15C, 1993 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Alain Prost, Williams-Renault FW15C, 1993 Sutton Motorsport Images

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Patrese foi para a Benetton ao lado do alemão Michael Schumacher e Frank Williams contratou Prost, de volta após ano sabático. O chefe da equipe não garantiu privilégio ao campeão Mansell, que deixou a F1 insatisfeito e foi faturar a Indy. Seu substituto foi o britânico Damon Hill. A Williams seguiu avassaladora e não deu chances aos outros construtores, enquanto Prost ganhou seu tetra tranquilo, com Hill como vice.

Ayrton Senna, Williams-Renault FW16, 1994

Ayrton Senna, Williams-Renault FW16, 1994 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Ayrton Senna, Williams-Renault FW16, 1994 Sutton Motorsport Images

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Neste ano, Frank Williams se movimentou para contratar Senna, o que deu certo e acabou contribuindo para a aposentadoria de Prost. Entretanto, a mudança de regulamentos da F1 acabou prejudicando a Williams, que perdeu a vantagem enorme e passou a ter a concorrência da Benetton de Schumacher. Senna acabaria morrendo no GP de San Marino e o alemão foi o vencedor da temporada, à frente de Hill. Mansell e o escocês David Coulthard se alternaram como substitutos do brasileiro e contribuíram para o título de construtores da equipe britânica.

Damon Hill, Williams-Renault FW17, 1995

Damon Hill, Williams-Renault FW17, 1995 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Damon Hill, Williams-Renault FW17, 1995 Sutton Motorsport Images

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Nesta temporada, Hill e Coulthard foram os pilotos. O britânico voltou a sucumbir diante de Schumacher, enquanto o escocês foi o terceiro. E o título de construtores ficou mesmo com a Benetton, já que Schumi pontuou demais e seu companheiro britânico Johnny Herbert ficou em quarto.

Damon Hill, Williams-Renault FW18, 1996

Damon Hill, Williams-Renault FW18, 1996 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Damon Hill, Williams-Renault FW18, 1996 Sutton Motorsport Images

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Neste ano, Schumacher foi para a Ferrari e abriu o caminho para o título de Hill, que bateu o companheiro novato Jacques Villeneuve, do Canadá. A Williams reconquistou o título de construtores.

Jacques Villeneuve, Williams-Renault FW19, 1997

Jacques Villeneuve, Williams-Renault FW19, 1997 <span class="copyright">LAT Images</span>
Jacques Villeneuve, Williams-Renault FW19, 1997 LAT Images

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Apesar da glória, Hill foi dispensado (e comunicado da decisão antes mesmo do fim da temporada 1996) para dar lugar ao alemão Heinz-Harald Frentzen. Com isso, a Williams chegou ao quarto campeão que deixou a equipe no ano seguinte ao título (os outros foram Piquet, Mansell e Prost). Villeneuve se aproveitou e conquistou seu único título na F1, superando o novo companheiro. Mais um título de construtores para a galeria britânica.

Heinz-Harald Frentzen, Williams-Mecachrome FW20, 1998

Heinz-Harald Frentzen, Williams-Mecachrome FW20, 1998 <span class="copyright">LAT Images</span>
Heinz-Harald Frentzen, Williams-Mecachrome FW20, 1998 LAT Images

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Nesta temporada, a Renault saiu da F1 como fornecedora de motores e a Williams fez parceria com a Mecachrome. Apesar de a nova unidade ter relação com a montadora francesa, o rendimento caiu e a McLaren foi dominante. Impulsionada pela Mercedes, a equipe britânica faturou o título de construtores e o de pilotos com o finlandês Mika Hakkinen.

Ralf Schumacher, Williams-Supertec FW21, 1999

Ralf Schumacher, Williams-Supertec FW21, 1999 <span class="copyright">LAT Images</span>
Ralf Schumacher, Williams-Supertec FW21, 1999 LAT Images

LAT Images

O nome Mecachrome mudou para Supertec, mas o rendimento seguiu inferior ao de McLaren e Ferrari. Os italianos levaram entre os construtores e Hakkinen foi bi. Neste ano, Villeneuve e Frentzen deram lugar ao alemão Ralf Schumacher e ao italiano Alessandro Zanardi, mas o desempenho não melhorou.

Jenson Button, Williams-BMW FW22, 2000

Jenson Button, Williams-BMW FW22, 2000 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Jenson Button, Williams-BMW FW22, 2000 Sutton Motorsport Images

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Neste ano, a parceria de fornecimento de motores com a BMW começou e a Williams voltou a ganhar força. Com o britânico Button na vaga de Zanardi, a equipe ficou em terceiro entre os construtores.

Ralf Schumacher, Williams-BMW FW23, 2001

Ralf Schumacher, Williams-BMW FW23, 2001 <span class="copyright">BMW AG</span>
Ralf Schumacher, Williams-BMW FW23, 2001 BMW AG

BMW AG

Button foi para a Benetton e o colombiano Juan Pablo Montoya assumiu a vaga. A Williams se consolidou como terceira força, atrás da consolidada Ferrari (que conquistou o bi consecutivo entre construtores e pilotos, com Michael Schumacher) e da McLaren.

Juan Pablo Montoya, Williams-BMW FW24, 2002

Juan Pablo Montoya, Williams-BMW FW24, 2002 <span class="copyright">BMW AG</span>
Juan Pablo Montoya, Williams-BMW FW24, 2002 BMW AG

BMW AG

O colombiano foi mantido ao lado de Ralf Schumacher e ficou em terceiro entre os pilotos, atrás de Michael e do brasileiro Rubens Barrichello, também da Ferrari. A BMW foi vice de construtores.

Ralf Schumacher, Williams-BMW FW25, 2003

Ralf Schumacher, Williams-BMW FW25, 2003 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Ralf Schumacher, Williams-BMW FW25, 2003 Sutton Motorsport Images

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Novamente, Montoya ficou em terceiro (desta vez atrás de Michael e do finlandês Kimi Raikkonen, da McLaren) e a Williams foi vice.

Juan Pablo Montoya, Williams-BMW FW26, 2004

Juan Pablo Montoya, Williams-BMW FW26, 2004 <span class="copyright">BMW AG</span>
Juan Pablo Montoya, Williams-BMW FW26, 2004 BMW AG

BMW AG

Nesta temporada, o brasileiro Antonio Pizzonia substituiu Ralf Schumacher em duas etapas. Montoya caiu para quinta e a Williams para quarto. O ano também foi o último do monopólio Michael Schumacher/Ferrari.

Mark Webber, Williams-BMW FW27, 2005

Mark Webber, Williams-BMW FW27, 2005 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Mark Webber, Williams-BMW FW27, 2005 Sutton Motorsport Images

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Montoya foi para a McLaren e o australiano Webber assumiu sua vaga, enquanto Pizzonia e o alemão Nick Heidfeld se alternaram para substituir Schumacher, que foi para a Toyota. A Williams caiu para o quinto posto entre os construtores. A Renault e o espanhol Fernando Alonso deram as cartas naquele campeonato.

Nico Rosberg, Williams-Cosworth FW28, 2006

Nico Rosberg, Williams-Cosworth FW28, 2006 <span class="copyright">Alessio Morgese</span>
Nico Rosberg, Williams-Cosworth FW28, 2006 Alessio Morgese

Alessio Morgese

Depois de sucessivas baixas de desempenho, a BMW saiu da F1 e a Williams recorreu aos motores Cosworth. E ao alemão Rosberg, novo companheiro de Webber na vaga de Heidfeld, que foi para a BMW-Sauber. Ambos fizeram temporada modesta e a enfraquecida equipe caiu para o oitavo lugar. Bi de Alonso/Renault.

Nico Rosberg, Williams-Toyota FW29, 2007

Nico Rosberg, Williams-Toyota FW29, 2007 <span class="copyright">Glenn Dunbar / Motorsport Images</span>
Nico Rosberg, Williams-Toyota FW29, 2007 Glenn Dunbar / Motorsport Images

Glenn Dunbar / Motorsport Images

Novo fornecedor de motor, a japonesa Toyota, e novo piloto, o austríaco Alexander Wurz, na vaga de Webber, que foi para a Red Bull. Progresso: quarto posto entre os construtores, liderados pela McLaren de Alonso e do britânico Lewis Hamilton. O campeão foi Raikkonen, em sua 1ª temporada na Ferrari.

Kazuki Nakajima, Williams-Toyota FW30, 2008

Kazuki Nakajima, Williams-Toyota FW30, 2008 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Kazuki Nakajima, Williams-Toyota FW30, 2008 Sutton Motorsport Images

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O japonês Nakajima assumiu a vaga de Wurz e o time voltou a cair para o oitavo posto. Ferrari campeã de construtores e Hamilton entre os pilotos, para azar do brasileiro Felipe Massa, da escuderia italiana.

Nico Rosberg, Williams-Toyota FW31, 2009

Nico Rosberg, Williams-Toyota FW31, 2009 <span class="copyright">Glenn Dunbar / Motorsport Images</span>
Nico Rosberg, Williams-Toyota FW31, 2009 Glenn Dunbar / Motorsport Images

Glenn Dunbar / Motorsport Images

Mesmos pilotos, uma posição acima: sétimo lugar. A campeã foi a improvável Brawn, que deu a Button seu único título.

Nico Hulkenberg, Williams-Cosworth FW32, 2010

Nico Hulkenberg, Williams-Cosworth FW32, 2010 <span class="copyright">Andrew Ferraro / Motorsport Images</span>
Nico Hulkenberg, Williams-Cosworth FW32, 2010 Andrew Ferraro / Motorsport Images

Andrew Ferraro / Motorsport Images

A Toyota deixou a F1 e a equipe britânica voltou para os motores Cosworth. Novos pilotos também: o novato alemão Hulkenberg, vindo de título da GP2, e Barrichello, que correra pela Brawn. Neste ano, o alemão Sebastian Vettel conquistou seu primeiro de quatro títulos entre os pilotos. A proporção foi a mesma com a Red Bull entre os construtores. Já a Williams ficou no sexto posto.

Rubens Barrichello, Williams-Cosworth FW33, 2011

Rubens Barrichello, Williams-Cosworth FW33, 2011 <span class="copyright">XPB Images</span>
Rubens Barrichello, Williams-Cosworth FW33, 2011 XPB Images

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Barrichello ganhou um novo companheiro: o venezuelano Pastor Maldonado, que trouxe o patrocínio da PDVSA e desbancou Hulk. E a Williams caiu para o nono lugar.

Pastor Maldonado, Williams-Renault FW34, 2012

Pastor Maldonado, Williams-Renault FW34, 2012 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Pastor Maldonado, Williams-Renault FW34, 2012 Sutton Motorsport Images

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Troca de motor para a unidade da Renault. Barrichello deixou a F1 e foi substituído pelo conterrâneo Bruno Senna. Maldonado venceu o GP da Espanha, mas a Williams ficou apenas no nono posto entre os construtores.

Pastor Maldonado, Williams-Renault FW35, 2013

Pastor Maldonado, Williams-Renault FW35, 2013 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Pastor Maldonado, Williams-Renault FW35, 2013 Sutton Motorsport Images

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Senna foi substituído pelo finlandês Valtteri Bottas e a Williams se manteve no nono lugar.

Valtteri Bottas, Williams-Mercedes FW36, 2014

Valtteri Bottas, Williams-Mercedes FW36, 2014 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Valtteri Bottas, Williams-Mercedes FW36, 2014 Sutton Motorsport Images

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Com os novos motores turbo-híbridos, a Williams acertou com a Mercedes para o fornecimento das unidades motrizes. E contratou Massa, substituído por Raikkonen na Ferrari. O brasileiro fez uma pole, uma volta mais rápida e dois pódios, terminando o ano em sétimo. Bottas foi o quarto e a Williams despontou como terceira força, atrás da Red Bull e da dominante Mercedes, que viu Hamilton ganhar seu segundo título.

Valtteri Bottas, Williams-Mercedes FW37, 2015

Valtteri Bottas, Williams-Mercedes FW37, 2015 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Valtteri Bottas, Williams-Mercedes FW37, 2015 Sutton Motorsport Images

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Mantendo a dupla de pilotos, a Williams estagnou, mas ainda manteve o terceiro lugar entre os construtores, atrás da Ferrari. Mercedes/Hamilton foram dominantes novamente.

Valtteri Bottas, Williams-Mercedes FW38, 2016

Valtteri Bottas, Williams-Mercedes FW38, 2016 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Valtteri Bottas, Williams-Mercedes FW38, 2016 Sutton Motorsport Images

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Neste ano, Rosberg superou Hamilton na briga da suprema Mercedes. Já a Williams seguiu estagnada e começou sua queda vertiginosa, caindo para o quinto posto entre os construtores.

Lance Stroll, Williams-Mercedes FW40, 2017

Lance Stroll, Williams-Mercedes FW40, 2017 <span class="copyright">Sutton Motorsport Images</span>
Lance Stroll, Williams-Mercedes FW40, 2017 Sutton Motorsport Images

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Massa se aposentaria ao fim de 2016, mas Rosberg resolveu sair por cima e deixou a Mercedes com uma vaga aberta. Ela foi ocupada por Bottas, então a Williams persuadiu o brasileiro a seguir na F1 por mais uma temporada. Ao seu lado, o novato canadense - e rico - Stroll. O playboy conseguiu um pódio altamente improvável em corrida que poderia ter sido vencida por Massa no Azerbaijão, mas o brasileiro quebrou. E a equipe estacionou no quinto lugar entre os construtores, liderados pela Mercedes, que viu Hamilton voltar a ser campeão.

Lance Stroll, Williams-Mercedes FW41, 2018

Lance Stroll, Williams-Mercedes FW41, 2018 <span class="copyright">Williams </span>
Lance Stroll, Williams-Mercedes FW41, 2018 Williams

Williams

Massa deixou a F1 e foi substituído pelo russo Sergey Sirotkin, que seduziu a Williams com o dinheiro de seus patrocinadores. Com uma fraca dupla de pilotos e um carro que parecia ter parado em 2014, a equipe fez sua pior temporada na categoria e ficou na lanterna do campeonato, novamente vencido por Mercedes/Hamilton.

George Russell, Williams-Mercedes FW42, 2019

George Russell, Williams-Mercedes FW42, 2019 <span class="copyright">Mark Sutton / Motorsport Images</span>
George Russell, Williams-Mercedes FW42, 2019 Mark Sutton / Motorsport Images

Mark Sutton / Motorsport Images

Stroll foi para a Racing Point e Sirotkin foi preterido pelo polonês Robert Kubica, que voltou à F1 ao lado do novato britânico George Russell, campeão da F2 em 2018. Apesar do talento do jovem e do ponto conquistado pelo veterano na Alemanha, a Williams viveu a pior temporada de sua história, superando 2018.

Williams FW43, 2020

Williams FW43, 2020 <span class="copyright">Williams F1</span>
Williams FW43, 2020 Williams F1

Williams F1

No campeonato deste ano, a equipe busca dar a volta por cima e retomar os tempos de glória na categoria máxima do automobilismo mundial.

Williams FW43, 2020

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Pizzonia vs Heidfeld: a verdade sobre a disputa marcada por mentiras e "espionagem"

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