Dunga jogava mais do que a fama que carregou. E as Copas de 94 e 98 mostram isso

Goal.com

Recentemente a imagem de Dunga ficou associada ao seu trabalho como técnico da seleção brasileira, entre 2007 e 2010 e, depois, entre 2014 e 16. Seja por causa do estilo de jogo que não agradava tanto, quanto pelo temperamento forte em entrevistas, a lembrança recente para a maioria dos fãs de futebol não era das melhores.

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Só que esta percepção geral sobre Dunga começou a mudar graças aos VT’s recentes de partidas do passado, especialmente duelos históricos da seleção brasileira nas Copas do Mundo de 1994 e 1998, mostrando um jogador de qualidade e entrega. Durante a transmissão da final do Mundial de 1994, internautas não esconderam a admiração pelo futebol do camisa 8.

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Dunga foi um dos principais alvos da imprensa, que sempre se acostumou a escolher bodes expiatórios após fracassos da seleção, após a queda na Copa do Mundo de 1990. Naquela época, já havia se colocado no mapa como um jogador digno de vestir as camisas mais pesadas do esporte.

Começou no Internacional, em 1981, conquistando os Gauchões de 82 e 83. Ainda teve passagem por Corinthians e Santos antes de, pelo Vasco, voltar a levantar uma taça (o Carioca de 1987). A maior parte de sua carreira, contudo, foi escrita na Europa.

Dunga defendeu Pisa, passou quatro temporadas na Fiorentina, e ainda jogou pelo Pescara antes de virar ídolo do Stuttgart, da Alemanha. Também jogou no Japão antes de voltar para o Brasil, para encerrar a carreira no Inter.

Apesar do rótulo de ter sido um jogador “apenas esforçado”, a distância histórica nos mostra que Dunga foi bem mais: sabia proteger defesas, tinha bom passe, fazia lançamentos e até marcou alguns belos gols – como você pode conferir no vídeo abaixo.

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