Dourado deixa Carioca para trás e mira gol em Goiás: 'Viramos a chave'

Matheus Dantas

O Fluminense se reapresentou nesta terça-feira com todas as atenções para A partida de quinta-feira, contra o Goiás, pela quarta fase da Copa do Brasil. Henrique Dourado garantiu que a derrota para o Botafogo no fim de semana, por 3 a 1, já foi deixada de lado e ressaltou a importância de marcar gols fora de casa. O primeiro jogo é no Serra Dourada. A volta é no Maracanã, dia 19.

- Viramos a chave. 100% focado na Copa do Brasil. Vamos enfrentar um rival difícil. Em seus domínios é uma equipe que vai bem. Temos que estar bem focados para conquistar um bom resultado no Serra Dourada - comentou.

Com 47 gols marcados em 21 jogos, o Fluminense tem o ataque mais efetivo entre os clubes que disputarão a Série A do Brasileirão em 2017. O camisa 9 afirmou que a postura ofensiva será mantida independentemente de atuar dentro ou fora de casa. Para o Ceifador, marcar um gol no Serra Dourada será importante demais, mas não resolverá o confronto contra o Goiás.

- Fazer gols lá é um dos nossos objetivos. É uma vantagem muito boa, mas não decide nada. Pensamos em marcar em todos jogos. Nosso ataque está muito positivo esse ano, o que mais fez gols no Brasil. É mérito da equipe como um todo, da defesa ao ataque - afirmou Henrique Dourado, autor de 10 gols em 12 partidas em 2017, antes de complementar:

- Tem sido um ano especial. Não só eu, mas outros atletas também estão marcando. Vamos enfrentar partidas difíceis, contra adversário fechados, e temos que encontrar soluções para sempre balançar as redes - finalizou.

Confira outras respostas do atacante Henrique Dourado:

1. Como vê a chegada do Wendel no elenco do Fluminense?

É um menino jovem, promissor. Temos que ter muito cuidado com ele, mas tem a cabeça boa. Está começando sua caminhada e tem que seguir com os pés no chão. Ele é simples e humilde. Tentamos sempre falar com ele, porque estão todos comentando do seu futebol. Tentamos passar tranquilidade para ele que as coisas vão acontecer naturalmente

2. O Flu tem sofrido um pouco com a bola aérea defensiva. Como o Abel está trabalhando esse aspecto?

Sabemos que em um jogo de mata-mata os detalhes fazem a diferença. Temos tomado muita atenção com esse tipo de jogada. Não vamos colocar isso na cabeça, porque cria um clima pesado. É com o trabalho no dia a dia que estamos desempenhando no dia a dia. Vamos minimizar os erros dos jogos. Estamos conversando bastante também. Às vezes, acontece de tomar um gol de bola parada. Temos que estar preparados para sofrer o mínimo possível. Em jogos da Copa do Brasil temos que estar ainda mais atentos.

3. Com a força máxima, o Fluminense ainda não perdeu em 2017. São 11 vitórias e três empates. Isso motiva de alguma maneira?

Independente de ser time titular ou reserva, lamentamos as poucas derrotas, mesmo quando não estamos em campo. Sentimos isso, somos um grupo. Em campo sempre queremos defender a invencibilidade do time titular. Sabemos que uma hora vai acontecer, é inevitável. Temos que ter a cabeça boa e preparada, para não deixar isso influenciar no momento de adversidade, não tirar o nosso foco dos próximos compromissos.















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