Dorna não abrirá exceções para terceira moto da Honda caso Márquez volte; entenda

Matteo Nugnes
·2 minuto de leitura

A pergunta de um milhão de dólares agora é se Marc Márquez estará no Catar em 28 de março, quando a temporada de 2020 da MotoGP começar. No momento, o sigilo absoluto reina em torno da recuperação do hexacampeão da MotoGP após a terceira cirurgia no úmero direito do espanhol.

Por enquanto não há data para o regresso do piloto, embora esta cautela também seja normal, dadas as constantes dificuldades que o piloto da Honda tem passado após a lesão de 19 de julho em Jerez. A infecção no osso encontrada na última intervenção, que provavelmente atrasou sua recuperação e o obrigou a fazer um tratamento com antibióticos, também desempenha seu papel.

Tudo isto gerou especulações nas últimas semanas de que a Honda poderia aproveitar a situação atual para contratar Andrea Dovizioso - que não tem contrato para 2021 - como substituto de Márquez se necessário.

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Porém, é difícil imaginar que Andrea Dovizioso esteja disposto a aceitar o papel de substituto e se afastar quando o Márquez estiver pronto para voltar à RC213V. Portanto, houve quem especulou que a Honda iria pedir à Dorna para abrir uma exceção para a fabricante japonesa poder colocar três motos no grid quando o # 93 retornar.

A Honda já teve que fazer isso em 2011, quando assinou com Casey Stoner, já que Dani Pedrosa e Dovizioso tinham um contrato e ambos cumpriram o acordo. No entanto, Carmelo Ezpeleta, CEO da Dorna, deixou claro que não será possível repetir este cenário porque não tencionam abrir qualquer exceção.

"Não será possível alinhar mais de duas motos no grid na mesma equipe. A HRC tem duas vagas para a Repsol Honda e outras duas para a equipe Lucio Cecchinello (LCR). Não há possibilidade de abrir exceções", disse Ezpeleta em entrevista ao Motorionline.

Sobre a ausência de Dovizioso comentou: “Obviamente, não ter o Andrea é uma perda. Até agora ele não chegou a acordo para correr, mas também disse que pode tirar uma licença sabática. Não sei se vai voltar neste ano ou no próximo, mas não o considero um piloto aposentado. Ele não falou em aposentadoria, mas sim em um ano sabático”.

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