Djokovic mostra preocupação com restrições "impossíveis" para o US Open

AFP
O tenista sérvio Novak Djokovic, número 1 da ATP, em Belgrado em 25 de maio de 2020
O tenista sérvio Novak Djokovic, número 1 da ATP, em Belgrado em 25 de maio de 2020

O tenista número 1 do mundo Novak Djokovic descreveu como "extremas" e "impossíveis" as rígidas restrições sanitárias que os tenistas terão de cumprir no próximo US Open para evitar o risco de contágio pelo novo coronavírus.

"Ontem tive uma conversa por telefone com os dirigentes do tênis mundial para falar sobre a continuação da temporada, principalmente o Aberto dos Estados Unidos previsto para o final de agosto, mas ainda não sabemos se isso acontecerá", disse o sérvio de 33 anos ao Prva TV do seu país.

"As regras a serem respeitadas para ser admitido, apenas para jogar, são extremas", acrescentou o tricampeão do torneio (2011, 2015 e 2018).

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Ele também manifestou sua preocupação com as restrições "realmente impossíveis" que devem ser impostas aos funcionários no entorno dos tenistas. "Não teremos acesso a Manhattan, teremos que dormir em hotéis no aeroporto, para sermos testados (para COVID-19) duas ou três vezes por semana".

"Além disso, só poderemos levar uma pessoa ao clube, o que é realmente impossível. Faz falta um treinador, além de um preparador físico e um fisioterapeuta", acrescentou.

"Todas suas exigências são realmente rigorosas, mas posso entender que, por razões financeiras, por causa dos contratos existentes, os organizadores queiram que o torneio seja realizado. Vamos ver o que acontece", concluiu o sérvio.

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