Djokovic enfrenta Medvedev na final do Masters 1000 de Paris e vai fechar 2021 no topo pela 7ª vez

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O sérvio Novak Djokovic comemora após sua classificação para a final do Masters 1000 em Paris, com a vitória sobre o polonês Hubert Hurkacz, 3-6, 6-0, 7-6 (7/5), em 6 de novembro de 2021 na AccorHotels Arena (AFP/Christophe ARCHAMBAULT)
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Novak Djokovic conseguiu garantir neste sábado terminar a temporada como nº 1 do mundo pela 7ª vez em sua carreira, melhorando o próprio recorde que compartilhava com o americano Pete Sampras ao eliminar o polonês Hubert Hurkacz (10º) 3-6, 6-0, 7-6 (7/5) nas semifinais do Masters 1000 de Paris.

O sérvio, que detém o recorde de 20 títulos de Grand Slams com Roger Federer e Rafael Nadal, terá a oportunidade no domingo de alcançar o recorde de troféus Masters 1000 sozinho se vencer na final o russo Daniil Medvedev (2º) que derrotou o alemão Alexander Zverev (4º) também neste sábado.

Desde o início de sua carreira profissional em 2003, o sérvio encerrou o ano no topo do ranking do tênis mundial em 2011, 2012, 2014, 2015, 2018 e 2020. Ele vai repetir o feito neste ano.

Djokovic, de 34 anos, venceu três dos quatro torneios mais importantes desta temporada: Aberto da Austrália, Roland Garros e Wimbledon. Além disso, ele disputou a final do Aberto dos Estados Unidos.

Até a vitória deste sábado, apenas Medvedev poderia ter quebrado seu recorde de anos terminados como número 1.

Djokovic não escondeu que esse recorde estava entre seus grandes objetivos, assim como o de títulos do Grand Slam que ele divide com Roger Federer e Rafael Nadal (20).

Seus dois grandes rivais terminaram cinco temporadas no topo do mundo: o suíço em 2004, 2005, 2006, 2007 e 2009; e o espanhol em 2008, 2010, 2013, 2017 e 2019.

"Essa é a principal razão pela qual estou aqui", declarou 'Nole' na sexta-feira após a classificação para as semifinais.

No domingo, em sua 54ª final de Masters 1000 (recorde), Djokovic terá a oportunidade de conquistar outro recorde: o 37º título nesta categoria de torneios, que fica um nível abaixo do Grand Slam, com um a mais que Nadal.

Para isso, o sérvio terá de vencer Medvedev que atropelou Zverev com parciais de 6-2 e 6-2.

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