Djokovic e Tsitsipas disputam rara final sem Nadal em Paris

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um fenômeno raro poderá ser visto no saibro de Paris neste domingo (13). Pela primeira vez desde 2016 --e pela quarta desde 2005-- a final masculina de Roland Garros não terá a presença de Rafael Nadal. O espanhol venceu 13 vezes o torneio, nas 13 decisões que disputou.

Nesta sexta-feira (11), porém, ele acabou derrotado por Novak Djokovic por 3 sets a 1, numa batalha épica pelas semifinais. O sérvio, número 1 do mundo, disputará o título às 10h (de Brasília) deste domingo contra o grego Stefanos Tsitsipas. Band e SporTV 3 transmitem a partida.

Campeão do Grand Slam francês em 2016, quando bateu Andy Murray na decisão, Djokovic, 34, busca seu segundo título após quatro vice-campeonatos na França. Em três ocasiões, ele foi superado por Nadal, incluindo no ano passado, e em uma por Stan Wawrinka --em 2015, justamente quando havia superado o espanhol pela primeira vez na trajetória até a final.

Com 18 troféus de Slam na carreira, o sérvio pode encostar no recorde masculino de 20, ostentado por Nadal e Roger Federer. Além do troféu solitário de Roland Garros, ele possui nove do Australian Open, cinco de Wimbledon e três do US Open.

Currículo bem mais recheado do que o de Tsitsipas, 22, em ascensão no circuito masculino nos últimos anos. O grego ocupa a quinta posição do ranking mundial e foi o tenista que mais somou pontos na temporada 2021 até agora.

Essa será sua primeira participação na decisão de um Slam. No ano passado, ele parou nas semifinais, derrotado justamente por Djokovic. Suas principais conquistas no circuito são o ATP Finals de 2019 e o Masters 1.000 de Monte Carlo neste ano, quando mostrou que estava afiado para os eventos de saibro.

Após derrotar o alemão Alexander Zverev em cinco sets nesta sexta e ainda sem saber quem seria o seu rival pelo troféu, Tsitsipas, primeiro grego a alcançar uma decisão de Slam, comentou o significado de sua campanha.

"Sou abençoado por ter a oportunidade de jogar contra os melhores e me testar, algo que sempre sonhei e desejei acontecer um dia", afirmou. "Estou ansioso para deixar tudo na quadra na final. É hora de mostrar que sou capaz de jogar contra os melhores."

Djokovic, que classificou a vitória sobre Nadal como sua melhor partida em Roland Garros e uma das três melhores de toda a carreira, não estava preocupado com o desgaste físico após o duelo de 4 horas e 11 minutos. "Não sou o cara mais descansado no momento, obviamente. Mas a coisa boa é que tenho um dia e meio para rejuvenescer."

O sérvio lidera o retrospecto do confronto direto contra o grego por 5 a 2 e venceu os últimos quatro jogos. O mais recente no Masters de Roma, disputado em maio no saibro.

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