Dirigente do Corinthians revela acordo verbal com Jô

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Jô ainda nem atuou pelo Nagoya Grampus em 2020 (Masashi Hara/Getty Images)
Jô ainda nem atuou pelo Nagoya Grampus em 2020 (Masashi Hara/Getty Images)

Jô se apresentará no Corinthians em julho ou dezembro? Essa é a única dúvida no Parque São Jorge em relação ao centroavante. Sua contratação já é dada como certa entre os dirigentes alvinegros e a chegada, agora, só depende da rescisão do vínculo com o Nagoya Grampus, do Japão.

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“Se o Jô conseguir se liberar, vem agora. Se não, vem no fim do ano”, resume um dos homens mais fortes do departamento de futebol do Timão, em contato com o Blog, lembrando que o contrato do brasileiro com o clube japonês se encerra em sete meses. Apesar do otimismo alvinegro, é natural que Corinthians e Jô não admitam o acerto por ora, com medo de atrapalhar nas negociações com os japoneses.

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Tudo porque o Nagoya Grampus cobra do Corinthians um valor pela rescisão antecipada do contrato. Porém, em entrevista no fim do mês passado ao Blog, o presidente alvinegro, Andrés Sanchez, deixou claro que não topa gastar qualquer centavo para repatriar o artilheiro. “Não pago nada. Já esperamos dois anos e meio pela volta do Jô. Não será problema se tivermos de esperar mais seis meses”, afirmou.

Kia Joorabchian e Giuliano Bertolucci, que representam o atacante, tentam convencer o Nagoya Grampus que a rescisão antecipada já seria uma ótima notícia para o clube japonês em razão da economia salarial. O centroavante é o jogador mais bem pago do elenco e fatura US$ 3,2 milhões (R$ 18,7 milhões) por temporada - esse valor equivale a um salário mensal de R$ 1,5 milhão.

Como o novo técnico do Nagoya, o italiano Massimo Ficcadenti, não conta com Jô, o clube tem gastado um caminhão de dinheiro e nem o utilizou nesta temporada. Se a rescisão for acertada, por exemplo, no fim de junho, os japoneses farão uma economia de US$ 1,6 milhão (R$ 9,35 milhões).

Para o Corinthians, a chegada antecipada de Jô seria boa por dois motivos: o esportivo, já que na avaliação interna ele é melhor do que Boselli e Vágner Love, e político, afinal, haverá eleição para presidente no fim do ano.

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