Diretor de Migrações questiona autoridades em 'Caso Ronaldinho'


O Diretor de Migrações do Paraguai, Alexis Penayo, disse que informou o Ministério do Interior sobre a existência de documentos irregulares apresentados por Ronaldinho Gaúcho e Assis, mas que nada foi feito até a noite da última quarta-feira. Os irmãos tiveram seus passaportes e identidades apreendidas quando estavam em hotel que ficariam hospedados e prestaram depoimento para Promotoria na manhã desta quinta-feira.

Penayo afirmou que fez o seu papel ao informar os seus superiores sobre a situação.

- Tenho provas de que avisei ao Ministro. Eu o informei via WhatsApp que esses dados não estão incluídos no sistema e que parecem naturalizados. Ele me ignorou. Tenho a evidência de que alertei ao Ministro do Interior e o Diretor de Investigações. Enviei a eles as fotos dos passaportes e coloquei ‘nenhuma figura no sistema’.

O Diretor de Migrações ainda acusou a Polícia de ter deixado o jogador passar do aeroporto e escoltá-lo até o hotel.

- A Polícia o escoltou de quando ele chegou até tarde da noite. Com base no que foi escoltado? Por que, se eles tinham essa informação, não detiveram Ronaldinho? Um registro foi feito ao meio dia no aeroporto. Eu tenho a foto do registro, tenho todas as evidências.

Segundo Ronaldinho e Assis, eles são vítimas da situação e acusaram o empresário brasileiro Wilmondes de Sousa Lira, que já está detido, de fornecer os documentos falsificados. O ex-jogador foi ao país para um evento beneficente e para a divulgação de sua biografia “Gênio da vida”.











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