Diniz entende bronca da torcida com Pará, e avisa: "Vejo internamente"

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Recentemente, após todas as partidas do Santos, é muito comum o técnico Fernando Diniz ser questionado sobre o lateral-direito Pará. Mais uma vez, após o empate do Santos contra o Red Bull Bragantino, por 2 a 2, o treinador foi questionado.

No intervalo do jogo, Diniz sacou Pará e colocou Madson. O lateral titular havia participado de forma negativa do gol do time mandante, deixando Alerrandro livre só para empurrar a bola.

O Madson é um grande jogador. Eu tenho que ter um olhar de técnico, não posso ter o olhar só do torcedor. O Pará fez um jogo muito bom contra o Independiente e falhou naquele lance que quase sofremos o gol, que estava impedido. Mas teve uma partida segura. Eu não posso agir com emoção de ser carrasco. O Pará joga em times grandes há 15 anos como titular. Eu entendo o torcedor, ele está para criticar, torcer. Eu estou aqui para escalar e fazer o que é melhor para o Santos ”, disse Fernando Diniz.

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O técnico santista também reforçou que faz parte de seu papel ver o que acontece internamente, e citou exemplos de Camacho, no Santos, e Marcos Guilherme, no Internacional.

“Torcedor é muito importante, mas eu como técnico vejo internamente, sigo minha intuição e escolho o que acho melhor. Boa parte do torcedor não gostou da contratação do Camacho e agora deve estar gostando, assim como o torcedor do Inter não queria o Marcos Guilherme”, finalizou.

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