Diniz diz que Raí usou 'tom certo' com os atletas e vê futuro 'muito positivo'

Diniz recebeu abraço de Daniel Alves e de outros atletas após gol na Vila (FOTO: Rubens Chiri/saopaulofc.net)
Diniz recebeu abraço de Daniel Alves e de outros atletas após gol na Vila (FOTO: Rubens Chiri/saopaulofc.net)


Fernando Diniz disse depois do empate por 1 a 1 com o Santos, sábado, na Vila Belmiro, que a reunião de Raí com os jogadores ajudou a melhorar o rendimento do São Paulo. O diretor de futebol conversou com o elenco na terça-feira passada, após as derrotas em casa para Fluminense e Athletico-PR.

- Nosso diretor é o Raí, um dos grandes ídolos da história do São Paulo. Ele sabe o que é suportar pressão. A gente tem a felicidade de ter um cara do futebol, que se preparou, inteligente. O que ele teve com os jogadores foi muito mais uma conversa do que uma cobrança, de mostrar que estava junto, mostrar algumas coisas que ele achava errado. Um tom certo, que os jogadores souberam entender. Ajudou também na melhora do desempenho da equipe - disse o treinador.

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A conversa de Raí com os jogadores também serviu para demonstrar apoio a Fernando Diniz, que já começava a sofrer pressão após os tropeços no Morumbi. A ideia do diretor é respaldar o treinador para que ele consiga terminar bem a temporada e iniciar 2020 no clube. As recentes trocas de treinador e a escassez de nomes considerados incontestáveis no mercado fazem o São Paulo, a princípio, planejar a próxima temporada com Diniz.

Com 12 jogos à frente do Tricolor, Diniz soma cinco vitórias, dois empates e quatro derrotas. Ele se orgulha por ter empatado com o Flamengo de Jorge Jesus e o Santos de Jorge Sampaoli, ambos fora de casa, e se anima com o futuro do clube.

O ponto negativo é a pontuação, claramente. Um time como o São Paulo tem que pontuar mais, pontuar melhor, e a gente vai atrás de pontuar melhor. Faltam cinco jogos e a gente vai se desdobrar para vencer jogos e classificar o time direto para a Libertadores. O ponto positivo é que o time mudou drasticamente a característica de jogo.

É um time que tem mais posse, que chega na Vila Belmiro e contra o Flamengo, que são os dois treinadores que a imprensa mais exalta, com mérito, e não se acovarda. Nem no Maracanã e nem aqui. Aqui, muito pelo contrário. Pelo menos na minha visão teve mais domínio do jogo, o Santos não nos envolveu em nenhum momento. Teve um pouco mais de chance no primeiro tempo, mas a gente não foi envolvido pelo Santos.

- O São Paulo é um time corajoso, um time em que as pessoas se entregam. É um clube que tem uma história linda e está precisando recuperar em termos de vitórias e de títulos. O perfil do grupo é bom e a gente está se conhecendo ainda, faz um mês, 40 dias mais ou menos que estou à frente do São Paulo. Tem vários jogadores jovens, ainda bem que tem essa fábrica muito boa em Cotia, que sempre auxiliar o São Paulo nos momentos difíceis. De maneira geral é isso. O meu olhar para o São Paulo no futuro é muito positivo.

O próximo jogo do São Paulo será no domingo que vem, às 19h, contra o Ceará, no Castelão.










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