Diego Maradona morre aos 60 anos após sofrer parada cardiorrespiratória

Fabio Utz
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A notícia é devastadora e triste. Diego Armando Maradona, um dos maiores jogadores da história do futebol, morreu nesta quarta-feira aos 60 anos.

A informação foi dada primeiramente pelo jornal Clarín e começou, em seguida, a repercutir mundo afora. Em seguida, as autoridades confirmaram a perda. O argentino vinha se recuperando bem, segundo os locais, depois de passar recentemente por uma cirurgia na cabeça. No entanto, sofreu uma parada cardiorrespiratória fatal.

Maradona, para os argentinos, é como Deus. Ganhou praticamente sozinho uma Copa do Mundo, em 1986, quando marcou o mais belo gol da história do Mundiais e também ficou conhecido por La Mano de Dios. Começou sua carreira no Argentinos Juniors e, depois, passou por Boca Juniors, Barcelona, Napoli, Sevilla e Newell's Old Boys. Deixou definitivamente o futebol em 2001, vestindo novamente a camisa do Boca. Como treinador, chegou a comandar o seu país na Copa de 2010 e, por último, trabalhou no Gimnasia y Esgrima.

Ao longo da vida, o ex-camisa 10 sofreu com overdoses e também teve problema com álcool. Nos últimos tempos, os excessos o levaram a tomar um coquetel de remédios em função de seus problemas físicos e do peso acima do normal. Morreu, uma lenda. Um jogador fora do comum. Aliás, muito fora do comum. O futebol, sim, está de luto.

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