Diego exalta momento no Flamengo e revela bastidores da mudança de posição com Rogério Ceni

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Na semana em que completou 36 anos, Diego escreveu mais um capítulo da sua história no Flamengo ao levantar a taça do Brasileirão - o oitavo título com a camisa rubro-negra. Titular e capitão depois de um período de instabilidade, o meia concedeu entrevista ao canal "SporTV" e não escondeu a satisfação pela fase em que atravessa dentro e fora dos gramados.

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- Eu disse para pessoas mais próximas. É o melhor momento que eu vivo da minha vida profissional e pessoal também. Estou com dois filhos maravilhosos e minha esposa está grávida de uma princesinha, que era o meu sonho também. Campeão brasileiro, quase 20 anos depois daquele título brasileiro com Santos.

- Eu era um meia e chego nesse momento me reinventando porque faço parte de um grupo extremamente qualificado. Na minha opinião temos o melhor grupo não só do Brasil, mas da América Latina. Isso não garante vitória, não garante se um time será forte. Será forte se trabalharmos bem, com humildade.

Meia de origem, Diego passou a jogar de volante com Rogério Ceni na reta final da temporada. Na nova função, o camisa 10 se destacou e se tornou umas das peças-chave da equipe que conseguiu uma arrancada rumo ao título. Sobre a mudança, Diego revelou alguns bastidores das conversas que teve com Ceni antes e depois da conquista do Brasileirão.

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- Vou compartilhar com vocês uma conversa de bastidor. Eu falei com o Rogério: parabéns pelo seu trabalho. Porque quando precisou ter coragem, você teve. Um momento delicado da temporada, em que precisou de uma decisão drástica, ele tomou. Ele fez mudanças táticas e de jogadores. Nós temos um elenco qualificado, mas também é uma dor de cabeça saudável para o treinador.

- Eu fiz aquele jogo contra o Ceará e foi um jogo muito importante na temporada. E aquele jogo eu entrei, fui bem jogo. O próximo seria contra o Goiás. O Gerson estava suspenso e ele me colocou para jogar. E nosso time jogou muito bem, eu fui muito bem nesse jogo. E ele me deu um abraço e falou: "jogou muito bem. Mas e agora? O que eu faço?". Vou ter que tomar uma decisão. E nesse momento ele sabia que tinha que fazer algo e fez. E eu acredito que deu muito certo. E eu agradeço a ele pela confiança.