Despedida atrás de despedida: o caminho de Luis Suárez até a última Copa pelo Uruguai

Luis Suárez em treino da seleção do Uruguai (Divulgação/AUF)


A temporada de Luis Suárez antes de sua quarta e última Copa do Mundo na carreira pelo Uruguai foi marcada por despedidas. Do auge vivido na Europa ao retorno à América do Sul, o ano do centroavante termina sem clube e com vontade de se confirmar ainda mais no Qatar.

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Na temporada que antecedeu a Copa de 2014, no Brasil, Suárez havia marcado 31 gols em 37 jogos disputados com a camisa do Liverpool-ING. Já antes do Mundial de 2018, na Rússia, o centroavante colocou o mesmo número de bolas na rede, mas em 51 partidas pelo Barcelona-ESP.

A atual temporada, por sua vez, aconteceu de uma maneira um tanto quanto diferente para "El Pistolero". Depois de dois anos defendendo a camisa do Atlético de Madrid-ESP, o jogador se despediu em maio com 34 gols em 84 jogos no total, mas com apenas 13 em 44 partidas nesta jornada, passando mais tempo no banco de reservas.

Depois de algum tempo sem clube, Suárez retornou ao clube que o revelou, coincidentemente ou não, em um período pré-Copa, em território uruguaio: o Nacional.

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Luis Suárez chegou ao Nacional-URU com status de ídolo, de herói, sem nenhum pensamento de "fim de carreira". O problema é que a fase do time nas competições locais e sul-americanas não ajudou o centroavante a manter o grande nível.

Em uma passagem um tanto quanto "apagada", que acabou em novembro deste ano, o "Pistolero" marcou apenas oito gols em somente 20 jogos com a camisa do time que o revelou ao futebol mundial.

Em Copas, o atacante marcou cinco vezes em 14 partidas. No total da seleção celeste, são 134 jogos e 68 bolas na rede, números que podem ser ampliados se Suárez fizer o que mais sabe com a camisa do seu país: ser decisivo.