Derrota do PSG para o United na Liga dos Campeões "foi como um acidente de carro", diz Tuchel

Time francês tinha vencido o primeiro jogo por 2 a 0 no Old Trafford e perdeu a segunda partida, em casa, por 3 a 1
Time francês tinha vencido o primeiro jogo por 2 a 0 no Old Trafford e perdeu a segunda partida, em casa, por 3 a 1

Thomas Tuchel diz ter sentido muito a eliminação do PSG para o Manchester United na edição passada da Champions League. O duelo aconteceu nas oitavas de final e o time francês venceu a partida no Old Trafford por 2 a 0, mas tomou 3 a 1 em casa, com direito a pênalti assinalado pelo VAR nos últimos minutos do jogo. Tuchel, em entrevista à beIN Sports, comparou aquele dia com um acidente automotivo.

"Foi como sofrer um acidente de carro. O semáforo ficou verde e nós fomos atingidos com força! Ficamos pensando o que tínhamos feito errado, se tínhamos negligenciado algo. Com certeza nós fomos negligentes em alguma coisa", afirmou Tuchel.

O treinador alemão falou sobre os sentimentos pessoais com aquele choque e lembrou todo o trabalho feito antes daquele jogo. Neymar não atuou pois estava lesionado, mas assistiu tudo do lado de fora do gramado.

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"Nos dias que seguiram, nós sentimos o quão decepcionados estávamos. Eu passei três dias em trevas totais, de uma forma que nunca passei antes. Eu sabia o quão duro nós tínhamos trabalhado, quão difícil tinha sido para chegar até ali, especialmente depois do que aconteceu nas últimas temporadas. Eu sabia o trabalho que o elenco tinha feito, o quão duramente o corpo técnico tinha trabalhado", disse o treinador.

O ex-treinador do Borussia Dortmund também falou sobre as expectativas das pessoas ao redor do time e da mudança que deveria ter sido mostrada.

"Entre as partidas, pessoas na escola da minha filha e ao redor de toda a cidade diziam: 'Ok, agora as coisas estão diferentes, nós sentimos isso'. Todos achavam que nós íamos nos classificar e ir adiante, mas não aconteceu isso. Eu tive a impressão que depois todo mundo disse: 'Ah, as coisas não mudaram, estão iguais aos últimos anos'. E nós pensamos 'não, não, não é a mesma coisa'. Mas todos nós estávamos sem esperança. Foi como areia escapando das nossas mãos sem ter a oportunidade de pegar de volta", declarou o treinador de 46 anos.

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