Depois de renovar contrato, Gabriel Menino quer ser ídolo do Palmeiras


Logo no dia em que se confirmou a pausa do futebol brasileiro por conta da pandemia de coronavírus, em 16 de março, Gabriel Menino assinou um novo contrato no Palmeiras. O volante, de 19 anos de idade, ampliou seu vínculo até o final de 2024, e, logo em sua primeira temporada como profissional, já fala em se tornar ídolo pelo clube que o revelou.

– Só posso agradecer a Deus, família, pais e empresário por tudo na minha vida. Eu me sinto muito valorizado aqui no Palmeiras. Está tudo sendo muito rápido na minha vida. Tenho certeza de que, até 2024, vou escrever uma história no Palmeiras. Trabalho para ficar no clube o tempo que for. Quero sair como ídolo, se minha carreira me proporcionar sair - disse à rádio Globo.


Entre os jogadores no elenco formados no Palmeiras, mesmo incluindo o lateral-esquerdo Victor Luis e o zagueiro Pedrão (já emprestado ao Athletico-PR), Gabriel Menino é o mais utilizado. Tem dez jogos, acumulando 668 minutos em campo na temporada, como volante ou lateral-direito, função que exerceu enquanto Marcos Rocha e Mayke estavam machucados.

A paralisação por tempo indeterminado, contudo, interrompe essa possibilidade de evolução de Gabriel Menino na temporada. O jogador, no entanto, ressalta a importância de qualquer ação para minimizar os riscos de contágio, inclusive ficar dentro de casa.

- Essa parada não piora. Não podemos pensar só em nós, individualmente, mas, no coletivo, nas pessoas, no mundo. Será melhor para todos nós. O mundo todo está passando por um momento muito difícil. Vamos nos unir, lavar as mãos, ficar dentro de casa e nos prevenir. Essa doença é séria, não é brincadeira. Vamos seguir as recomendações médicas para isso passar - falou, relatando como tem sido o acompanhamento do clube durante a pausa.

– Temos um grupo no WhatsApp do elenco. Mandam treino, exercícios para fazer dentro de casa. Se tiver espaço maior, mandam outro vídeo, com outro exercício. Mandam mensagem perguntando como foi, se fizemos, pedem paras se cuidar. É um acompanhamento profissional. Não estamos parados, né? Não foi por escolha de ninguém - concluiu Gabriel Menino.







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