Depois do pênalti não marcado na Bombonera, diretoria do Santos deve "acampar" na Conmebol

Alexandre Praetzel
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Marinho sofreu um pênalti não marcado contra o Boca Juniors. Foto: Heber Gomes/AGIF
Marinho sofreu um pênalti não marcado contra o Boca Juniors. Foto: Heber Gomes/AGIF

O Santos saiu da Bombonera prejudicado pela arbitragem, no empate de 0 a 0 com o Boca Juniors, no primeiro jogo das semifinais da Libertadores da América. O bom árbitro Roberto Tobar foi atrapalhado pelo analista do VAR, Juan Benítez, que não viu um pênalti claro de Izquierdoz em Marinho, no segundo tempo.

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Tobar não foi ver a imagem do lance porque Benítez informou que não houve nada, após uma rápida revisão. Óbvio que o Boca foi ajudado e o placar foi bom para os argentinos, pelas circunstâncias da partida. Com o gol qualificado, qualquer igualdade em gols, classifica o Boca Juniors.

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Não gosto e não vejo teorias das conspirações, mas a diretoria santista deve “acampar” na sede da Conmebol, pressionando e mostrando o que aconteceu em Buenos Aires.

Tecnicamente, foi um confronto típico das Libertadores de outros tempos, com muita disputa e intensidade e pobre do ponto de vista ofensivo. Cuca chegou a dizer que o “Santos precisava vencer” porque foi uma boa oportunidade de bater um Boca Juniors preocupado em não sofrer gols.

Agora, a decisão da vaga ficou para a Vila Belmiro. O Santos é favorito e sabe que será uma partida difícil por tudo que representa o Boca Juniors e para a própria Conmebol, talvez mais indicada a uma final entre Brasil e Argentina, mais uma vez.

O Santos deve se mobilizar e ficar em cima da cúpula da Conmebol, até a próxima terça-feira.

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