Denúncia sobre uso indevido de dados é indeferida pela Comissão Eleitoral do Grêmio

Clube terá pleito eleitoral para presidente em uma semana (Divulgação/Grêmio)


Na última semana, a chapa que concorre a presidência do Grêmio liderada por Alberto Guerra fez uma denúncia junto a Comissão Eleitoral contra a chapa adversária, pertencente a Odorico Roman, a respeito do uso indevido de dados.

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A alegação feita é de que houve a utilização de informações sigilosas referente a sócios torcedores para fazer campanha via mensagens de WhatsApp, algo que incorre em violação a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Entretanto, após o trabalho de averiguação e apresentação da defesa da Chapa de Odorico alegando que os grupos de WhatsApp criados para promover sua candidatura não tinham participação de ninguém relacionado a sua campanha, o órgão responsável por fiscalizar o pleito previsto para ocorrer no próximo dia 7 de novembro decidiu por indeferir o pedido.

Em um trecho da decisão, a Comissão Eleitoral do Grêmio detalhou que não foi possível encontrar "indício de prova de que os atos supostamente ilegais ali descritos sejam de efetiva responsabilidade da Chapa 1, não podendo, assim, prosperar."

Essa não é a primeira vez que uma das chapas apresentou denúncia em meio a campanha eleitoral gremista já que, também na semana passada, foi a vez da chapa de Odorico Roman acusar a candidatura adversária de promover participação em uma loja da GrêmioMania em Gramado. Algo que, por envolver o uso de espaço comercial pertencente ao clube, não é permitido pela legislação competente.

A acusação em questão também foi indeferida pela Comissão Eleitoral por conta da desistência de participação de Guerra no referido evento. Segundo ele, o convite era, inicialmente, para assitir a partida contra o Tombense, na Série B. Entretanto, acabou sendo divulgado nas redes sociais como evento na loja oficial do clube, algo que gerou a sua desistência.