Delegação dos EUA chega a Tóquio lutando para manter supremacia olímpica e revelar novos astros

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Os Estados Unidos se apresentarão nos Jogos de Tóquio-2020 com uma poderosa delegação de cerca de 600 atletas e algumas das grandes atrações olímpicas, como a ginasta Simone Biles, para tentar revalidar sua tradicional supremacia no quadro de medalhas.

A equipe americana domina o quadro de medalhas olímpicas desde Atlanta-1996, com a única exceção de Pequim-2008, onde a anfitriã China a ultrapassou no número de medalhas de ouro.

Na Rio-2016, os Estados Unidos somaram 121 medalhas (46-37-38) superando amplamente Reino Unido (27-23-17), China (26-18-26) e Rússia (19-17-20), cujos atletas irão competir desta vez sob uma bandeira neutra devido à sanção imposta ao país devido aos casos de doping.

Os Estados Unidos têm atletas classificados em 36 esportes e, embora o Comitê Olímpico Nacional (USOC) normalmente não divulgue estimativas de medalhas, os prognósticos os colocam novamente no topo da tabela.

Entre os países fundadores dos Jogos Olímpicos modernos, os Estados Unidos venceram 17 das 28 edições desde Atenas-1896.

Sua única ausência foi em Moscou-1980 devido a um boicote contra a ex-União Soviética por causa da invasão desse país ao Afeganistão.

Embora agora não conte com Michael Phelps, o atleta olímpico mais premiado da história, pela primeira vez em um quarto de século, os Estados Unidos continuam a apresentar nomes capazes de conquistar até cinco medalhas por si próprios.

Um deles é Simone Biles, a indiscutível rainha da ginástica, que, após as aposentadorias dos fenômenos Phelps e Usain Bolt, aspira a ser a estrela que mais vai brilhar em Tóquio.

Biles, que estreou na Rio-2016 com quatro medalhas de ouro e uma de bronze, pode se tornar a ginasta mais premiada contando Jogos e campeonatos mundiais e igualar o recorde de Larisa Latynina de nove triunfos olímpicos.

- Ledecky e Dressel, esperanças na natação -

Na piscina, Katie Ledecky e Caeleb Dressel também almejam múltiplas medalhas como parte de uma equipe renovada de 35 estreantes olímpicos e 11 adolescentes que esperam manter a hegemonia na natação após 16 ouros conquistados no Rio.

Katie Grimes, de 15 anos, será a nadadora olímpica mais jovem do país desde o aparecimento em Londres-2012 de Katie Ledecky. Grimes terminou em segundo lugar atrás de Ledecky nos 800 metros livres do pré-olímpico de Omaha (Nebraska).

Hoje, aos 24 anos, Ledecky espera aumentar sua já impressionante galeria de seis medalhas olímpicas (cinco ouros) depois de vencer os 200, 400, 800 e 1.500 metros livres em Omaha.

Desde a aposentadoria de Phelps, com 23 ouros olímpicos, o emblema da equipe masculina passou a ser Caeleb Dressel, vencedor de 13 títulos nos dois últimos mundiais.

"Isso não recai só nas minhas costas", frisou o campeão mundial de 50 e 100m livre e 100m borboleta. "Todos na equipe terão que aumentar o ritmo porque o que eles deixaram para trás é imenso."

- Comoção por Richardson -

No atletismo, os Estados Unidos ainda estão em choque com a suspensão da jovem fenômeno Sha'Carri Richardson por causa de seu resultado positivo para maconha em junho no pré-olímpico em Eugene (Oregon).

Richardson, a sexta atleta mais rápida da história nos 100 metros aos 21 anos, foi desclassificada após sua vitória na prova em Eugene em meio a uma onda de questionamentos sobre a maconha, legal em grande parte dos Estados Unidos, continuar sendo uma substância proibida no esporte.

De qualquer forma, os Estados Unidos, que conquistaram 13 ouros no atletismo no Rio, viajarão com um grande número de favoritos em provas de velocidade que incluem os jovens Noah Lyles, campeão mundial dos 200 metros masculinos, e Sydney McLaughlin, que bateu o recorde mundial dos 400m com barreiras femininos em Eugene.

Aos 35 anos, a eterna Allyson Felix disputará seus quintos Jogos para ampliar um currículo que já conta com nove medalhas, sendo seis de ouro.

Outro dos pilares da delegação americana serão as seleções de basquete, formadas por nomes da NBA e da WNBA.

A seleção masculina, que conquistou seis das sete medalhas de ouro em jogo desde que passou a competir com jogadores profissionais, vai contar com astros como Kevin Durant (Nets) e Damian Lillard (Blazers) em busca da vingança após a humilhante derrota nas quartas de final do Mundial da China-2019.

No futebol feminino, os Estados Unidos são os grandes candidatos a reconquistar o ouro olímpico com a base formada pela carismática Megan Rapinoe, Bola de Ouro da Fifa em 2019, Alex Morgan e Carli Lloyd, também vencedoras das duas últimas Copas do Mundo.

Nos demais esportes coletivos, a seleção feminina de polo aquático é a favorita, após subir ao topo do pódio nas últimas duas Olimpíadas.

Os Estados Unidos também tentarão conquistar novas modalidades olímpicas, como skate e surfe, com John John Florence, com dois títulos mundiais, e Carissa Moore, com quatro.

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