Delegação do Boca Juniors presta depoimento em delegacia de Belo Horizonte

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O árbitro uruguaio Esteban Ostojich, depois de consulta ao VAR, anula o gol de Marcelo Weignadt, do Boca Juniors, contra o Atlético-MG no Mineirão, pela partida de volta das oitavas de final da Libertadores.
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Depois de prestar depoimento na 6ª Delegacia Regional da Polícia Civil de Belo Horizonte, integrantes da delegação do Boca Juniors tiveram de comparecer a uma outra delegacia a pedido da Polícia Militar de Minas Gerais para novos esclarecimentos sobre a briga generalizada com membros do Atlético-MG, no Mineirão, depois da eliminação nas oitavas de final da Copa Libertadores.

Após um empate sem gols no tempo normal, o Galo venceu por 3 a 1 nos pênaltis e ficou com a vaga, mas a disputa continuou no túnel de acesso aos vestiários, onde membros das duas delegações entrarem em confronto, inclusive com arremesso de objetos como uma grade.

Quando a briga já envolvia os seguranças do clube brasileiro, a PM mineira precisou intervir com uso de spray de pimenta e gás lacrimogêneo, o que levou integrantes da delegação do Boca Juniors a sair para as arquibancadas do estádio para conseguir respirar. De acordo com a PM, as câmeras de segurança do estádio identificaram oito pessoas da comissão argentina: os jogadores Javier García, Carlos Zambrano, Carlos Izquierdoz, Marcos Rojo e Sebastián Villa; o preparador de goleiros Fernando Gayoso; o assistente técnico Leandro Somoza; e o diretor Raúl Cascini. Todos foram acusados de lesão corporal, agressão e destruição de patrimônio público.

Além dos danos aos móveis do estádio, o delegado da partida também foi agredido. Segundo o Atlético-MG, os jogadores do Boca Juniors, ainda muito insatisfeitos com a atuação do árbitro, iniciaram a confusão no túnel do vestiário do Mineirão, vandalizando o que encontravam pela frente até começar o confronto físico. A revolta dos argentinos se deve a um gol anulado pelo VAR no segundo tempo do jogo, o que já havia gerado tumulto em campo envolvendo os bancos dos dois times. Um integrante de cada comissão técnica acabou expulso.

A delegação do Boca Juniors havia planejado retornar a Buenos Aires na manhã desta quarta-feira, mas o técnico Miguel Ángel Russo garantiu que não vai deixar nenhum integrante no Brasil. Assim, vai esperar pela liberação de todos os acusados.

prb/cl/dd

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