De azarão a quase título olímpico, Gattaz detalha os bastidores da seleção brasileira em Tóquio

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Carol Gattaz nas Olimpíadas de Tóquio. Foto: Ding Ting/Xinhua via Getty Images
Carol Gattaz nas Olimpíadas de Tóquio. Foto: Ding Ting/Xinhua via Getty Images

A frase ‘azarão’ pode soar como pejorativo, especialmente, diante uma seleção bicampeã olímpica, mas a trajetória dos últimos anos mostrou uma realidade cheia de dúvidas sobre o futuro, fim, começo de novos ciclos. 

A seleção após uma campanha irretocável eliminando a tradicional Rússia nas semifinais, se sucumbiu para as americanas, após vencê-las em duas decisões olímpicas.  

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A central do Minas Carol Gattaz aproveitou para dar detalhes sobre o que levou a equipe atingir o seu ápice técnico, com organização e perspectivas de título. Em entrevista especial para o Yahoo Brasil, em apresentação da equipe minastenista na capital mineira, realizada há algumas semanas. 

Segredo para o sucesso da seleção nas Olimpíadas 

“A tônica desse nosso grupo realmente foi a união. Nós tivemos uma competição que foi a VNL (Volleyball Nations League) quando nós fechamos o grupo das 12 que iriam para as Olimpíadas foi incrível por todas dificuldades que passamos dentro da competição”, enfatiza.  

A medalha que valeu ouro

“A medalha de prata valeu ouro por que realmente vale ouro pra gente. A dificuldade que nós passamos e como passamos na união da equipe, na força, no ambiente que a gente tornava, tentava tornar o melhor possível. Então, eu falo que foi incrível. Histórias temos várias, mas acredito que o nosso maior trunfo foi a superação para a conquista desta equipe”, destaca. 

Futuro

Gattaz finalizou deixando uma certeza sobre seleção brasileira para os fãs. “Vou pensar agora mais no Minas. Sobre a seleção, sempre a cada temporada é mais difícil. Uma temporada com a seleção é muito mais pesada que uma temporada com o clube. Eu nunca digo nunca porque a gente não sabe o dia de amanhã, mas a cada temporada é mais difícil".

Paulista de origem, ‘mineira de coração’, Gattaz faz sua oitava temporada atuando pela tradicional equipe de Belo Horizonte, diversas conquistas: Superligas, sul-americanos, estaduais, o vice-campeonato mundial, entre outras. A central que tem história de superação, atingiu seu auge atuando pela equipe do Minas, superando lesões e preconceitos. 

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