Danilo Boza explica a escolha pelo 26, número de Dedé no Vasco, 'Idolatro, mas quero fazer minha história'

·2 min de leitura
Danilo Boza tem 23 anos, estava no Juventude e, agora, defende o Vasco (Foto: Felippe Rocha/Lance!)


O mais recente reforço do Vasco foi apresentado e já pode até jogar nesta sexta-feira, contra a Chapecoense. Na tarde desta quarta, no CT Moacyr Barbosa, Danilo Boza vestiu a camisa 26, eternizada por Dedé há cerca de dez anos. E o jogador emprestado pelo Juventude explicou a escolha, sem se eximir da responsabilidade que passa a carregar.

- Foi uma escolha que o Cláuber (Rocha, supervisor de futebol) me passou, do número, tinha poucas opções. Eu sabia que o Dedé tinha usado, fez um marco, fez a sua história. Tem relação com isso, idolatro, mas quero fazer minha história também - afirmou, confiante.

O defensor de 23 anos chegou ao Cruz-Maltino com vínculo até dezembro. E poderá atuar também como lateral-direito.

- É importante o jogador ter polivalência. Acaba ajudando o grupo e a escolha do treinador. Eu sou um zagueiro rápido, de bom passe, bom jogo aéreo, joguei de lateral vários jogos pelo Mirassol, na base já havia jogado também. No Santos, fui mais zagueiro e, no Juventude, foram dois jogos de lateral - explicou.

-> Confira a tabela da Série B do Campeonato Brasileiro

Danilo Boza foi apresentado por Carlos Brazil, gerente de futebol do Vasco. O dirigente também exaltou a polivalência do último contratado na recém-encerrada janela da transferências.

- Mais um atleta que acreditou no projeto, que tem por objetivo o acesso para a Série A. Contratação de última hora, nos acréscimos, mas importante. Precisávamos de um zagueiro para disputar a titularidade do time. E temos certeza que trouxemos um versátil, que joga em mais de uma posição. Acerto mesmo que de última hora. Certeza de que vamos atingir o objetivo esse ano. Seja bem-vindo - disse Brazil.

O zagueiro reencontra, no Vasco, um ex-companheiro de Santos. No ano passado, ele atuou com Raniel, um dos destaques do Vasco na temporada.

- No Santos tivemos boa relação, nos tornamos amigos próximos. Ele me marcou nos stories (do Instagram) quando eu vinha. Eu já tinha comentado que vinha e pergunta a ele sobre o ambiente. Ele me deu ótimas referências: "Vem que vai dar certo, você vai agregar", até porque eu trabalho sério, busco o melhor para mim e para o clube, e é bom ter relações com quem já trabalhou junto. Tive boa receptividade de todos. Isso ajuda a adaptação - admitiu.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos