CVM descarta interromper atividades da bolsa de valores em função do coronavírus

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Nelson Almeida/AFP via Getty Images
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RESUMO DA NOTÍCIA

  • Em nota, a autarquia diz que não há discussão com B3 para fechar as negociações do mercado de capitais.

  • CVM se manifestou após revista Veja  noticiar que a declaração de calamidade pública deve fazer com que a bolsa brasileira ceda e interrompa seus negócios.

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Não há no momento nenhuma discussão para a interrupção de negócios realizados em bolsa no Brasil, reiterou, ao mercado, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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A informação foi publicada pelo portal Valor Investe, segundo o qual a CVM ainda negou que pressione a B3 para isso.

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Nesse sábado (21), a autarquia se manifestou após reportagem publicada pela revista Veja: foi noticiado que a declaração de calamidade pública deve fazer com que a bolsa brasileira ceda e interrompa seus negócios. Segundo a notícia, a autarquia seria um dos agentes que fazem essa pressão.

Semana passada, o jornal Valor Econômico publicou que não havia discussão entre CVM e B3 sobre a possibilidade de fechamento dos mercados em função da pandemia de coronavírus, que tem provocado medidas de isolamento em todo o mundo e levados algumas bolsas de outros países a estudarem medidas nesse sentido.

A reportagem da Veja publicada nesse sábado não mencionava se procurou a B3 ou a CVM. Depois da publicação da nota da autarquia, a reportagem foi atualizada com as informações.

Na condição de administradora de mercado, a B3 é regulada pela CVM por meio da instrução 461. Cabe à bolsa brasileira seguir também as recomendações e princípios formulados pelo Comitê sobre Sistemas de Pagamentos e Liquidações (CPSS) e pela Organização Internacional de Comissões de Valores Mobiliários (OICV-IOSCO).

A B3 tem como dever possuir planos de continuidade de negócios e contingência para os mais diversos e adversos cenários possíveis. À CVM, cabe atuar para que a regulação e os princípios vigentes sejam observados, diz a autarquia.

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