São Paulo disse 'não' a propostas da China e da Rússia por Cueva

Cueva comemora gol em cima do Santos, na Vila Belmiro (Rubens Chiri/São Paulo)

O São Paulo correu risco de perder Cueva para o exterior nos últimos dias. O meia peruano recebeu propostas oficiais da China e da Rússia durante o mês de fevereiro, mas o presidente Leco recusou ambas. Logo depois do assédio internacional, o Tricolor acertou a renovação do contrato do camisa 10, que passa a receber R$ 300 mil mensais e tem multa rescisória de R$ 130 milhões.

Os nomes dos clubes interessados em Cueva não foram revelados, mas a melhor oferta veio da Rússia. Cueva poderia ter sido vendido por aproximadamente R$ 25 milhões, três vezes mais do que o São Paulo investiu para comprá-lo do Toluca, do México, no ano passado.

Leco está convencido de que Cueva vale mais de R$ 50 milhões graças ao nível de suas atuações – ele já fez cinco gols e deu outras cinco assistências com a camisa tricolor nesta temporada. Desde que foi contratado, jogou 35 vezes e anotou 12 gols.

Importante: a contratação do peruano causou polêmica no Morumbi. Então diretor de futebol, Luiz Cunha pediu demissão por não ter sido consultado sobre a negociação. Ele também considerava o investimento desnecessário, porque Cueva não poderia disputar o restante da Libertadores – a ideia de Cunha era de que o foco fosse na compra dos direitos econômicos de Maicon.

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