Cuca quase acerta com clube chileno e avalia sua passagem recente pelo SP

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Cuca quase acertou com o Colo-Colo, time que disputa a Libertadores da América. Foto: Marcello Zambrana/AGIF
Cuca quase acertou com o Colo-Colo, time que disputa a Libertadores da América. Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Cuca aguarda propostas para retornar ao futebol e avalia opções. Recentemente, Cuca esteve próximo de um acerto com um clube sul-americano. Em entrevista ao Esporte Interativo, o técnico revelou que quase assinou com o Colo-Colo para a disputa da temporada e ainda analisou sua última passagem pelo São Paulo e o momento do futebol atual.

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Cuca trabalhou no São Paulo e Santos, nos dois últimos anos, e agora aguarda propostas para seguir sua trajetória. O blog traz os principais destaques do bate-papo.

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Você quase acertou com o Colo-Colo?

Sim. Eu estava praticamente acertado com eles. O treinador brasileiro que for sair, fará um bom trabalho no exterior. O Colo-Colo acho que é um lugar ideal. Nas avaliações com eles, analisei que o time precisava de alguns reforços, mas eles disseram que agora não seria possível. Mas ficou aberto para o futuro, quem sabe.

Você acha que a bola volta a rolar normalmente no Brasil?

Eu acho que as coisas não estão muito claras. A gente não consegue ter uma visão quanto ao futuro. Não se consegue saber o dia, quando vai voltar. O que aconteceu com o Flamengo, com o falecimento do Jorginho(massagistas) e a contaminação de mais meia-dúzia é um retrocesso. A saúde do ser humano é maior do que o jogo.

O retorno dos treinos foi uma precipitação?

Será que os treinamentos com esses equipamentos vão trazer benefícios? De repente, poderia ser feito de outra forma. Não existe um consenso, uma forma determinada. O principal de tudo era ter um calendário, com apresentação de todos numa data marcada. Acho que os Estaduais não serão retomados para definições de campeões, rebaixamentos, acessos, não tem como porque vai estrangular o Campeonato Brasileiro. Quem estiver na frente, que seja declarado campeão. São decisões delicadas que a CBF terá pela frente.

Como definiste tua passagem pelo São Paulo em 2019?

Regular. Não acho que tenha sido ruim, quando eu saí o SP estava em quinto, sexto lugar. Não senti que tinha aquela arrancada para ser campeão que eu queria. O time estagnou e achei que ficaria assim até o fim do ano. Falei com o Raí, Pássaro e eles entenderam. Foi isso o que aconteceu e poderia ter sido um trabalho melhor, mas não achei ruim. Não deu encaixe. Hoje, o SP tem time para ser campeão, precisa dar uma encaixada. No momento que eu saí, não respondia por mais nada e a escolha do Diniz não me incomodou.

Depois do título brasileiro pelo Palmeiras, você se arrepende de ter voltado cinco meses depois, em 2017?

Não me arrependo de ter voltado. Queria ser campeão de novo. As coisas não foram tão boas, mas terminou vice-campeão brasileiro. Imagina se em todo ano, você é vice-campeão ou campeão? O torcedor estava acostumado com o título e aí não foi bom. Fomos eliminados pelo Barcelona de Guayaquil na Libertadores e não tivemos regularidade no Brasileiro.

Você trabalhou com Ronaldinho Gaúcho no Galo e hoje ele está em prisão domiciliar no Paraguai. Isso te surpreendeu?

Surpreendeu. Eu liguei para o Assis em seguida para procurar entender alguma coisa. Ronaldo é um dos caras mais puros que tem, com a humildade. Eu me nego a crer que haja algo do Ronaldo para tirar vantagem. O negócio dele é jogar bola e futevôlei. A gente fica perplexo, sem saber o que falar, mas não abrem muito as coisas. A gente fica muito triste e torço para que acabe isso logo.


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