CSA não perdoa espaços do Vitória, goleia e fica 'grudado' no G4

Futebol Latino
·2 minuto de leitura


Recebendo uma equipe da parte baixa da tabela, o CSA capitalizou boa parte das chances que criou contra o Vitória e conseguiu triunfar com sobras por 3 a 0 atuando no estádio Rei Pelé nessa terça-feira (22).

E, enquanto os três pontos aproximaram o Azulino do G4 ficando apenas a um ponto da região (48 a 49) em quinto, o Rubro-Negro para nos 36 pontos na 15ª colocação. Como Paraná, Figueirense ainda atuam na rodada, a distância do Z4 pode cair para apenas uma unidade.

TRANQUILO E PRECISO

Na primeira oportunidade que o CSA teve de chegar mais estruturado no campo de ataque, aos quatro minutos, Rodrigo Pimpão recebeu com espaço no lado direito do ataque, levantou a cabeça e fez o cruzamento desviado dentro da área que caiu limpa para Rafael Bilu. O camisa 11 do time alagoano teve tempo e espaço para ajeitar e bater forte, cruzado, de perna esquerda no canto oposto de Yuri.

SEM QUERER TAMBÉM VALE

Já nos minutos finais de uma etapa inicial bastante equilibrada na questão de domínio territorial, porém com o Azulão parecendo mais lúcido no momento de evoluir com a bola nos pés e optando por fazer a armação com passes curtos desde a saída de Thiago Rodrigues, os donos da casa ampliaram o marcador. Em batida de escanteio feita bem fechada por Nadson, Yuri saiu de soco na bola que foi na cabeça do zagueiro Rodolfo Filemon que, mesmo "no susto", acabou mandando pras redes aos 43.

PRESSÃO COM RESULTADO

A volta dos donos da casa para a etapa complementar seguiu a mesma linha de raciocínio já apresentada nos primeiros 45 minutos onde, quando chegou de maneira mais aguda, aproveitou a maioria das oportunidades para balançar as redes do Vitória. Com 11 minutos, o zagueiro Mauricio Ramos tentou limpar o lance e, na pressão, Nadson recuperou a posse, deu um corte seco no camisa 4 do Leão da Barra e bateu com absoluta categoria no extremo canto esquerdo de um "vendido" Yuri.

Era o terceiro do CSA que encaminhava o triunfo na cidade de Maceió até o apito final da arbitragem que veio apenas para ratificar o bom resultado dos comandados de Mozart.