Cruzeiro e FUNVIC Taubaté decidem a Superliga Masculina de Vôlei.

Miguel Gonzalez
Foto: Pedro Vilela/Inovafoto/CBV/Divulgação Epílogo da Superliga será realizado no Mineirinho, em Belo Horizonte, às 10h00 de domingo. Atual bicampeão mundial, bi sul-americano, tri brasileiro e bi da Supercopa, o Cruzeiro tem o desafio de se manter no topo do pódio, contra o FUNVIC Taubaté, que nesta temporada conquistou a Copa do Brasil. Confiança virá das arquibancadas O Cruzeiro agradeceu à Confederação Brasileira de Voleibol quando a entidade optou por realizar a final da Superliga em Belo Horizonte. A Raposa terá quase todo o ginásio torcendo e incentivando os seu quadro.

Foto: Pedro Vilela/Inovafoto/CBV/Divulgação

Epílogo da Superliga será realizado no Mineirinho, em Belo Horizonte, às 10h00 de domingo.

Atual bicampeão mundial, bi sul-americano, tri brasileiro e bi da Supercopa, o Cruzeiro tem o desafio de se manter no topo do pódio, contra o FUNVIC Taubaté, que nesta temporada conquistou a Copa do Brasil.

Confiança virá das arquibancadas

O Cruzeiro agradeceu à Confederação Brasileira de Voleibol quando a entidade optou por realizar a final da Superliga em Belo Horizonte. A Raposa terá quase todo o ginásio torcendo e incentivando os seu quadro. Para o ponteiro Leal, “a torcida fará uma linda festa que transmitirá confiança ao time”.

Atuar em sua cidade trouxe outros benefícios. Sob o comando de Marcelo Mendez, o plantel treinou algumas vezes no Mineirinho, como parte do reconhecimento e adaptação ao palco do embate. Outra vantagem do Time do Povo foi o fato de terem se garantido na finalíssima cinco dias antes de seu rival. Isso permitiu um maior descanso e mais dias de treinos.

FUNVIC acredita ter as mesmas chances da Raposa

O técnico Cezar Douglas, do FUNVIC, crê que o seu elenco equivalha ao do seu oponente. Pelo menos é essa a mentalização que ele tem passado aos seus jogadores e à imprensa: “a partir do momento que temos esse equilíbrio individual, para um jogo só, acreditamos que as mesmas possibilidades que nós temos, eles também têm”.

O plantel desembarcou em Belo Horizonte ontem. Ganhar do atual tricampeão brasileiro exige grandes recepções e rodagens de bola. O treinador acha que quem lidar melhor com os momentos de dificuldade triunfará nesta batalha. O lado que não der o ponto de graça, se recuperar no bloqueio ou no contra-ataque terá maiores possibilidades de pontuar mais.

Atletas buscam oitava medalha de ouro

A decisão da Superliga de 2016/17 dará a oitava medalha de ouro para Serginho, líbero do Cruzeiro, ou para o central Éder, do FUNVIC. Um recorde!

O cruzeirense, que hoje tem 38 anos, e que chegou ao clube em 2010, passa sua experiência e tenta acalmar a ansiedade dos mais jovens. Segundo ele, a semana que antecede a final é diferente. Procura-se treinar menos, descansar mais e se alimentar melhor.

Enquanto isso, Éder, de 33 anos, não mente sobre o nervosismo de véspera. “A medida que os dias vão passando, o nervosismo e a ansiedade aumentam”. Ele disse ainda que sem este frio na barriga, não valeria a pena praticar o voleibol.

Somente um dos dois veteranos terá subido no lugar mais alto do pódio por oito vezes, após o duelo. Quem sabe não haverá outra chance para o perdedor em 2017/18?

As campanhas dos finalistas

A fase de classificação foi disputada em turno e returno pelos 12 concorrentes. O Cruzeiro terminou na ponta com 61 pontos (21 triunfos). Seu único revés foi diante do FUNVIC, que terminou em segundo, com 52 pontos.

Nas quartas de final, o líder eliminou o Canoas por 3 jogos a 0, mesmo escore conseguido pela agremiação de Taubaté sobre a Universidade Federal de Juiz de Fora.

Nas semifinais, os mineiros só precisaram de três partidas para superar o Brasil Kirin. O FUNVIC fechou sua série em quatro pelejas contra o SESI.

Ao longo da temporada, ambos fizeram bonito em outros certames. O Cruzeiro faturou o Mundial, o Sul-Americano, a Supercopa e o Mineiro. Os paulistas conquistaram a Copa do Brasil e o Estadual.

Afinal, quem será o melhor do Brasil?

Segundo o Bet365, a torcida presente ao Mineirinho comemorará muito e ainda zombará dos atleticanos e americanos, que não têm equipes profissionais de vôlei. Paga-se R$ 1,36 para um se os belo-horizontinos vencerem, contra R$ 3,00 dos visitantes.

Há diversas opções de investimento numa decisão tão esperada como essa. Quem vencerá o primeiro set? Os locais estão cotados em R$ 15,30 para dez, contra R$ 23,70 dos desafiantes. Já se o total de pontos deste set for superior a 45, a recompensa será de R$ 17,20. Paga-se R$ 20 se assistirmos a menos de 45 pontos.

Acertar o placar da peleja rende bem: 3 a 0 para os mineiros dão um lucro de R$ 325 para cem. Melhor ainda é para quem prever que os paulistas ganham por 3 a 0: R$ 1.100.

Confira online as diversas opções do menu e divirtam-se!

Serviço

Dos 14.353 assentos disponíveis, 9.081 foram colocados à venda ao grande público. Estes ingressos estão esgotados. Os demais lugares são reservados às cortesias.

O espetáculo terá transmissão ao vivo pela televisão aberta e fechada.

Mundial em dezembro

Diferente do naipe feminino, o Mundial Interclubes masculino será disputado entre 11 e 17 de dezembro, na Polônia. Para a edição deste ano, já foram confirmados os seguintes clubes: ZAKSA, campeão polonês para representar os anfitriões; Banco Sarmayeh Teerã (do Irã), campeão asiático; Zenit Kazan (da Rússia) campeão europeu; e Cruzeiro (campeão sul-americano).

Além destes, os dois vencedores de ligas nacionais ainda não representadas, ganharam vagas: Bolívar, melhor agremiação argentina, e o campeão italiano foram os felizardos.

Outras duas esquadras serão convidadas pela Federação Internacional de Voleibol.

Odds da final

Odds da Final da Superliga Masculina de Vôlei:

Odds em 03 de maio, segundo o Bet365

  • Domingo, 07 de maio: (R$ 1,36) Cruzeiro x FUNVIC Taubaté (R$ 3,00)

Os Campeões:

Taça Guarani de Clubes Campeões:
  • 1962 - Grêmio Náutico União
  • 1963 - Minas Tênis Clube
Campeonato Brasileiro de Clubes Campeões:
  • 1964 - Minas Tênis Clube
  • Taça Brasil:
  • 1968 - Santos
  • 1969 - Randi
  • 1971 e 1972 – Botafogo
  • 1973 e 1974 – Paulistano
  • 1975 - Botafogo
Campeonato Brasileiro de Clubes Campeões e Vice-Campeões:
  • 1976 - Botafogo
  • 1978 - Paulistano
  • 1980 - Pirelli
  • 1981 - Atlântica Boavista
  • 1982 e 1983 – Pirelli
  • 1984 a 1986 – Minas Tênis Clube
  • 1987 – Banespa
Liga Nacional:
  • 1988/89 – Pirelli
  • 1989/90 a 1991/92 – Banespa
  • 1992/93 e 1993/94 – União Suzano
Superliga:
  • 1994/95 - Ginástica Novo Hamburgo
  • 1995/96 - Olympikus
  • 1996/97 - União Suzano
  • 1997/98 e 1998/99 - Ulbra
  • 1999/00 a 2001/02 – Minas Tênis Clube
  • 2002/03 – Ulbra
  • 2003/04 – Unisul
  • 2004/05 – Banespa
  • 2005/06 – Cimed
  • 2006/07 – Minas Tênis Clube
  • 2007/08 a 2009/10 - Cimed
  • 2010/11 - SESI
  • 2011/12 - Cruzeiro
  • 2012/13 – RJX
  • 2013/14 a 2015/16 - Cruzeiro