Criciúma vence sorteio e 'elimina' Guarani da Copa do Brasil

Emparados nos critérios do Ranking Nacional de Clubes, Criciúma e Guarani disputaram a vaga através de um sorteio. Foto: (Reprodução/CBF TV)
Emparados nos critérios do Ranking Nacional de Clubes, Criciúma e Guarani disputaram a vaga através de um sorteio. Foto: (Reprodução/CBF TV)

Acabou nesta segunda-feira o mistério que ainda rondava sobre os clubes classificados para a Copa do Brasil de 2023. Depois de uma grande polêmica envolvendo Criciúma e Guarani, que estavam empatados nos critérios do Ranking Nacional de Clubes e disputavam uma vaga, um sorteio realizado na sede da CBF garantiu o clube catarinense no maior torneio do país.

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Com o término da Série B do Campeonato Brasileiro do ano passado, onde o Criciúma acabou em oitavo lugar e o Guarani ficou com a décima colocação, os dois times restaram empatados na 33ª posição do ranking com exatos 4.128 pontos. Por não ter critério de desempate no regulamento da competição, o sorteio foi feito pela CBF, que negou a possibilidade da realização de um jogo entre os catarinenses e paulistas para a definição da vaga.

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CBF perde controle dos perfis de redes sociais da Copa do Brasil

Milhões de seguidores viram uma mudança nos perfis oficiais da Copa do Brasil. Isso porque a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) perdeu o controle das contas, que passaram a se chamar "Portal da Torcida" desde a noite do último sábado (15). O motivo da mudança foi a troca da agência comercial da Copa do Brasil. Com a saída da Klefer, que produzia conteúdo digital do torneio há oito anos, em dezembro de 2022 quem assumiu a função foi a Brax Sports Assets.

Uma cláusula contratual permitiu que a Klefer ficasse com a gestão das contas com milhões de seguidores. Para isso, a agência apenas mudou o nome das páginas e divulgou um comunicado sobre a troca. As páginas da Copa do Brasil tinham um grande número de seguidores e engajamento. As contas no Instagram e Facebook apresentavam 1,5 e 1,1 milhão de seguidores, respectivamente. Sem ser proprietária dos perfis nas redes sociais a CBF agora vai ter que criar outras contas para produzir conteúdo digital sobre o torneio.