Covid-19: Ministério da Saúde admite falta de remédios para pacientes intubados

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Médico chega paciente intubado na UTI de um hospital do Rio de Janeiro (Fabio Alarico Teixeira/Anadolu Agency via Getty Images)
Médico chega paciente intubado na UTI de um hospital do Rio de Janeiro (Fabio Alarico Teixeira/Anadolu Agency via Getty Images)

Em nota publicada nesta segunda (20), o Ministério da Saúde admitiu a falta de medicamentos necessários para auxiliar pacientes intubados após diagnóstico positivo do novo coronavírus. O grande problema gira em torno de anestésicos e relaxantes musculares.

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O ministério afirma que trabalha junto com as secretarias estaduais de saúde para resolver o problema e tenta facilitar a compra dos medicamentos necessários usando requisições e pregões, além de fazer cotações para pedidos de importação.

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Na última semana, a presidente da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB), Suzana Lobo, e a deputada federal Carmen Zanotto (Cidadania/SC) fizeram o alerta para o desbastecimento dos medicamentos na Comissão Externa da Câmara dos Deputados que examina as ações de combate ao coronavírus.

“No momento em que a distribuição dos insumos estratégicos, ou seja, a produção e a chegada em quantidade suficiente para cada uma das nossas unidades de terapia intensiva, tem se mostrado insuficiente”, afirmou a deputada durante a sessão.

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Leia a nota publicada pelo Ministério da Saúde:

“O Ministério da Saúde informa que, devido ao desabastecimento de medicamentos utilizados na intubação de pacientes que tiveram complicações pela infecção do coronavírus, a pasta está apoiando estados e municípios, em ação conjunta e coordenada com os Conselhos Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

O objetivo é normalizar o mais breve possível os estoques de anestésicos e relaxantes musculares nos hospitais. Diante do panorama emergencial, o Ministério da Saúde tem realizado diariamente levantamento dos estados e municípios para atender emergencialmente as necessidades de todas as localidades.

Para a aquisição dos medicamentos em falta, a pasta implementou três ações para mitigar o problema: requisição administrativa, pregão via Sistema de Registro de Preços e cotação para compra internacional via Opas.”

* Com informações da Agência Câmara

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