Covid-19: Brasil tem 52.649 mortes e 1.145.906 casos confirmados, dizem secretarias de Saúde

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A member of the Red Cross checks the temperature of a worker at the CEASA, Rio de Janeiro's main wholesale market, amid the new coronavirus pandemic in Rio de Janeiro, Brazil, Tuesday, June 23, 2020. (AP Photo/Silvia Izquierdo)
A member of the Red Cross checks the temperature of a worker at the CEASA, Rio de Janeiro's main wholesale market, amid the new coronavirus pandemic in Rio de Janeiro, Brazil, Tuesday, June 23, 2020. (AP Photo/Silvia Izquierdo)

O número de casos do novo coronavírus no Brasil subiu para 1.145.906 e o total de mortes chega a 52.649. Os dados, divulgados na noite desta terça-feira (23), constam no painel atualizado pelo Conass (Conselho Nacional dos Secretários de Saúde), um sistema próprio de informações que reúne dados de contaminados e de óbitos em contagem paralela à do governo.

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Nas últimas 24 horas, foram registrados mais 39.436 casos novos e 1.378 óbitos, segundo os dados divulgados pelo Conass. As altas desta terça, tanto o número de novas mortes quanto de novos infectados, estão apenas abaixo dos respectivos recordes diários: 1.473 mortes em 4 de junho; e 54.771 casos novos no último dia 19. Na segunda (22), o país tinha 51.271 mortes e 1.106.470 casos confirmados de Covid-19, de acordo com o conselho.

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Prezando pela confiabilidade nas informações, o Yahoo Brasil passou a adotar como padrão, desde segunda-feira (8), os dados estatísticos divulgados pelas secretarias estaduais de Saúde através do Conass, e não mais os números apresentados pelo Ministério da Saúde.

Os dados do Conass também viraram referência para o Congresso Nacional, que abandonou a contagem do Ministério da Saúde. A decisão foi anunciada na segunda-feira pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

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DADOS CONSOLIDADOS RETORNAM

Na terça, o governo do presidente Jair Bolsonaro voltou a divulgar os dados acumulados de casos confirmados e óbitos no site oficial disponibilizado pelo Ministério da Saúde, que haviam sido omitidos da plataforma na quinta-feira (4).

O recuo acontece após a determinação para retomada da divulgação, decidida pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, na noite de segunda-feira (8), ao acatar um pedido protocolado pelos partidos Rede, PSOL e PC do B.

Mais cedo nesta terça, o ministro-interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, voltou a negar que a pasta esteja escondendo dados da Covid-19, e reiterou que os dados retirados seriam recolocados no portal, durante reunião da comissão externa da Câmara dos Deputados que acompanha as ações de combate à pandemia da Covid-19.

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