Coronavírus: USP pesquisa vacina por spray nasal

A researcher works at the special techniques laboratory where a genetic test was developed to diagnose the new coronavirus, COVID-19, at Albert Einstein Israelite Hospital, in Sao Paulo, Brazil, on May 28, 2020. - The Israelite Albert Einstein Hospital in Sao Paulo developed a genetic methodology to detect covid-19 that, it says, could exponentially expand the diagnostic capacity of Brazil, where the lack of tests makes it difficult to combat the pandemic. (Photo by NELSON ALMEIDA / AFP) (Photo by NELSON ALMEIDA/AFP via Getty Images)
A researcher works at the special techniques laboratory where a genetic test was developed to diagnose the new coronavirus, COVID-19, at Albert Einstein Israelite Hospital, in Sao Paulo, Brazil, on May 28, 2020. - The Israelite Albert Einstein Hospital in Sao Paulo developed a genetic methodology to detect covid-19 that, it says, could exponentially expand the diagnostic capacity of Brazil, where the lack of tests makes it difficult to combat the pandemic. (Photo by NELSON ALMEIDA / AFP) (Photo by NELSON ALMEIDA/AFP via Getty Images)

Pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) estudam uma vacina contra o coronavírus aplicada no nariz por spray, adaptando um modelo de imunização concebido para hepatite B em camundongos.

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O estudo desenvolveu uma nanopartícula a partir de uma substância natural que estimula a produção da imunoglobulina A, anticorpos presentes na saliva, na lágrima e no trato respiratório, entre outros locais do organismo. A nanopartícula permitirá ao material permanecer nas narinas de três a quatro horas após sua absorção.

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“Além de inibir a entrada do patógeno na célula, a vacina impedirá a colonização deles no local da aplicação”, explicou o coordenador do levantamento, o veterinário Marco Antonio Stephano, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, em entrevista ao Jornal da USP.

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Segundo o pesquisador, a imunização nasal favorece crianças e idosos porque é menos invasiva e tem menos efeitos colaterais em relação às vacinas injetáveis.

Os protótipos, pesquisados também por profissionais da Unicamp, devem ficar prontos em três meses, quando será possível iniciar a testes em animais. O produto deve ser oferecido ao custo de R$ 100. A imunização é feita com quatro doses, duas em cada narina, a cada 15 dias.

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