Coronavírus: Estudo diz que atacantes têm mais riscos de contaminação em campo


A Universidade de Arhus, na Dinamarca, realizou um estudo que afirma que atacantes são têm o maior risco de contaminação do novo coronavírus com a volta do futebol. Os pesquisadores analisaram os movimentos dos atletas em campo para determinar em qual posição atuam os jogadores que atuam com mais proximidade.

- Primeiramente, pensei que eram números pequenos, mas analisando de perto notei que há diferenças muito grandes entre as posições. Há jogadores que passam segundos e outros que ficam até 11 minutos (expostos ao vírus) - disse Thomas Bull Andersen, um dos líderes do estudo, ao jornal "Daily Mail".

Os atacantes ficam, em média, dois minutos por jogo perto de outros jogadores. Este número pode chegar a até 11 minutos por partida. A lista de posições é seguida por zagueiros, meio-campistas e, por último, goleiros.




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